Saiu em alguns jornais domingo passado....leiam e tirem sua conclusões.
27 outubro 2010
Carta do Mestre FHC
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Gerson Freire
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11:32 PM
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09 outubro 2010
Amizades Institucionais: o grande constrangimento do Protestantismo
Hoje participei de uma iniciativa muito legal. Um grupo de lideres protestantes, gente séria, gente ética, gente boa, estão mobilizando Igrejas e organizaçòes religiossas de cunho protestante pra alcançar objetivos em comum e tbm para aproximar pessoas que trabalham na mesma área.
Eu sempre gostei desse tipo de iniciativa. Serio mesmo!!!! Parece que de alguma forma as pessoas envolvidas na vida eclesiástica estão sempre buscando reencontrar um sentimento de pertença, de unidade, que vem sendo perdido ao longo da História.
Bem, quero analisar esse assunto a partir do fato histórico referente a vida cotidiana das comunidades primitivas de fé. No início das empreitadas de fé de uma comunidade seja na palestina ou na asia menor, ou até mesmo em uma grande cidade mercante do Império Romano, havia a realidade de que havia uma só Igreja. Essa igreja era entendida como pessoas que confessavam a mesma fé e buscavam o mesmo obejtivo. Todos os vínculos de relacionamento estavam pautados em uma mesma base: o que Cristo havia deixado como ensinamento.
Com o advnto da estatização da fé, logo após a morte de Cosntantino, essa comunidade sofre uma perversão e é posta como uma “obrigatoriedade”. O que era comum se torna oficial. Nasce ai o objeto de reflexão desse texto. O cristianismo a aprtir de então traça o limite relacional que agora não era a sã doutrina mas os valores da Igreja-estado. os que não eram a favor dessa nova ordem agora eram tratados como insensatos e rebeldes.
Veja, a partir desse prisma histórico, trazendo isso para o micro cosmos de uma Igreja local em nossa realidade aqui no Brasil, podemos perceber a mesma dinâmina. Os relacionamentos hoje na Igreja estão masi pautados nos vinculos institucionais do que no valor da revelação do Cristo REssurreto. Hoje encontrar um aamizade é algo raro. Manter uma amizade em uma mudan,a de instituição é quase um milagre.
O encontro de hoje foi uma brisa suave em um coração cauterizado pela crueldade minsiterial eclesiastica protestante. Parece que Deus soprou e está abrindo uma porta….bem, eu cri novamente que será possvel….vou caminhar…vou confiar e Deus…..vou crer pra ver!!!!
Deposi de tantos anos na vida minsiterial, consegui manter alguns amigos preciosos….gente que não está se importando com minhas convicções teologicas ou de vida….gente que aprendeu a gostar de mim..e gente que eu gosto…de graça e pela Graça!!! São poucos, mas eles existem.
Espero que esse novo movimento seja realmente água fresca na vida do protestantismo histórico no Brasil.
Quanto as bagaceiras e trairagem em nome de Deus….(malafaias, macedos e afins), bem, noa estou considerando isso protestantismo….são idiotas que aprenderam a saquear um bando de alienados que não sabem discernir a mao esquerda da direita.
Vou investir no que faz bem rpa alma…em relacionamentos duradouras com gente do bem.
Bem, so um pensanmento!!
gf
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Gerson Freire
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12:49 AM
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27 setembro 2010
O Papel do Imperador em Bizâncio
O exercício do poder na sociedade bizantina passava necessariamente pela figura do Imperador. Ele representava de forma direta o centro de convergência de autoridade que da coesão aquela sociedade. Sua identificação com o sol é uma evidência de como essa sociedade atribuiu ao Imperador não somente um cargo político mas um ofício que preservava a existência daquela sociedade. Esse ofício encontrava na tradição romana sua base de formação política e também simbólica.
Ele também era tido como o representante de Deus e comandante-chefe do povo. Existia uma contradição nessa relação simbólica de poder pois o Imperador teria que comprovar seu poder com vitórias militares. Caso não acontecesse ele poderia ser deposto. Isso mostra que a sociedade bizantina aliou a idéia de conquistas militares à afirmação do Imperador enquanto soberano.
Esse Imperadores tinham sua memória preservadas também pela ação da Igreja Ortodoxa que atuava como uma ferramenta de rememorar a vida e feitos desses imperadores, inclusive da suas mortes. Isso colocava essas pessoas em um lugar privilegiado no mundo simbólico dessa sociedade. Era no seu habitat, o palácio, que o Imperador “brilhava seus raios” de resplendor que alcançavam a todos. Esse local torna-se um forte símbolo na formação do poder político e religioso dessa sociedade. O local onde o Imperador habitava era de fato um local onde o poder emanava para os servos e as decisões sobre o destino de Constantinopla eram tomadas e assim conhecidas pela população que mantinha seus olhos fitos nessa “cidade dentro da cidade”. Era através das cerimônias que esse poder era apresentado à sociedade bizantina a qual validava seu representante divino concededo-lhe as honrarias enquanto representante divino. Os imperadores também usavam de meios ousados para que seu poder fosse reconhecido diante de diplomatas de outras nações. AS técnicas variavam entre a ciração de sons estrondosos quando esses diploamtas se prostravam diante do Imperador, até engenhocas que elevavam o trono do Imperador diante dos líderes dessas nações estrangeiras.
Dessa forma, o poder simbólico do Imperador bizantino foi sendo formado na mentalidade dessa sociedade que via em seu líder maior o símbolo do poder e da homogeneidade cultural e religiosa.
Gerson Freire – História Medieval
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Gerson Freire
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13 setembro 2010
Ética, Moral, moralidades e afins…
O estudo da moral e da ética aparece como um grande desafio em tempos onde as verdades são relativizadas ao conhecimento experimental a tácito. Em um momento quando o ser humano individualista é cada vez mais o centro de imanência da verdade, falar sobre moral e ética torna-se um exercício complexo e instigante.
Os textos apresentados propõem a discussão com duas abordagens distintas. O texto base apresenta de forma pedagógica como o conceito da ética foi sendo desenvolvido a partir do Ethos grego, e continua a apresentar como esse termo foi sendo interpretado pela língua latina. Já o artigo jornalístico faz uma relação entre os fatos cotidianos dessa sociedade e o discurso moral da mesma.
Ética e Moral são termos que estão sempre próximos e carregam sentidos correlatos. Uma existe por causa da outra, no caso, a moral existe posteriormente à ética. Por vez, a moral vem se tornando um instrumento perverso (moralismo) contra a própria ética. Enquanto a moral apresenta um conjunto de valores definidos como plausíveis e de bem comum a ética coloca o limite entre o que é o dever do ente para que o bem comum aconteça.
Em termos valorativos o moralismo torna-se o exercício de um código cultural que promove a ascensão de um grupo em detrimento de outro. Nesse aspecto o moralismo não leva em consideração a universalidade de qualquer valor, desprezando assim a possibilidade de um diálogo ético e criando detentores de uma verdade que aniquila o outro e o coloca em desvantagem.
Contudo, moral pode ainda sim ter sua base na ética. Esse seria o exercício da percepção do que é verdade eterna, universal e construtiva do ser. Quando uma sociedade define que roubar é errado, a partir da relação ética do ato, logo se estabelece uma norma que visa o bem comum baseado no todo e em prol do todo. Nesse caso a moral trabalhou em favor da ética. Isso significa que o ato do roubo é danoso em todas as suas estâncias não devendo fazer parte da conduta daquele grupo.
No aspecto religioso o moralismo torna-se um mecanismo doentio de controle e repressão criando um ambiente hostil na relação comunitária e devocional. O termo apresentado no texto – idolatria da vontade - é brilhante, pois denuncia de fato o que está por traz do moralismo religioso. Nesse aspecto o artigo estudado também corrobora para o entendimento do moralismo. Ao denunciar a relativização de atos fraudulentos o autor aponta para uma conversão necessária quanto se trata de moral e fé. Colocando o moralismo enquanto uma patologia é também uma abordagem interessante. O moralismo é, portanto, a distorção da moral e muitas vezes a negação da ética.
Em tempos de redefinições de valores pra uma sociedade ocidental, que vê suas desgraças dia a dia nos jornais e nas conversas cotidianas, entender como aplicar a definição da ética nas relações interpessoais torna-se necessário e urgente. O artigo da jornalístico estudado faz uma provocação quando trata da interiorização da maldade e e coloca essa atitude como uma forma de percebermos o outro. Esse método apresentado me fez lembrar o comentário de Jesus acerca do que contamina o homem; aquilo que sãi dele. Tereza de Ávila dá uma dica simples, mas profunda, quando se trata de ética: Conhece-te a ti mesmo. A relação do conhecimento do bem e do mal, do que é certo e do que não é certo, faz do ente um campo de possibilidades.
Redefinir o termo moral é tarefa árdua porem não impossível. Um sistema de valores firmados na ética poderiam sim fazer com que a moral fosse repensada. A questão é que a disputa nas relações de poder sempre vai de encontro a esse ideal. Enquanto um grupo, dono de uma moral, quiser subjugar outro, a moral estará fadada ao moralismo e suas doenças sociais. Nesse aspecto sou realista, o que torna minha jornada mais árdua, pois percebo na maldade humana, fruto da queda, uma incessante luta pelo poder, ainda que na micro esfera (Foucault), que faz com que a ética seja um alvo desejado mas nem sempre alcançado.
Contudo, a ética e a moral vividas a partir da espiritualidade sadia e cristocêntrica podem ganhar dimensões marcantes e que reflitam a verdade, ainda que no microcosmo (família, trabalho, relacionamentos). Essa é o exercício da esperança em meio ao caos.
A sociedade posmoderna encontra no termo ética uma possibilidade de se reorganizar, de rever ações que por séculos vem trazendo danos às comunidades. As questões ambientais são um exemplo disso. Nasce uma moral ambiental que agora orienta a atitude de empresas e organizações ao redor do mundo. Qual será o moralismo que essa moral produzirá? Teremos que aguardar pra saber essa resposta.
A busca por uma verdade universal faz com que as sociedades vislumbrem um ponto de convergência, ainda que no mundo das idéias. Esse é o grande desafio desse momento do mundo ocidental, a saber, a relação com essas novas bases morais que vem sendo postas com profundo desejo ético de bem estar, pelo menos a retórica governamental é essa.
Refletir sobre esse assunto é necessário e coloca o assunto na pauta de uma boa formação teológica. Identificar o moralismo religioso é o principio de uma cura desejada por aqueles que amam a liberdade em Cristo. Apresentar um projeto que valorize a moral enquanto ferramenta de aplicação da ética é fundamental para mestres e líderes que ajudam a outros na caminhada de fé.
gerson freire
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Gerson Freire
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27 julho 2010
Algumas Hi(e)stórias inusitadas 3
Parece que o pessoal ta curintod mesmo…e pra mim tem sido uma diversão relembrar esses fatos…ai vai mais alguns….
Que delícia de jantar
Estava em casa e por volta das 8 da noite um casal da Igreja onde sou pastor apareceu e disse, “Gerson, queremos te levar pra jantar…escolha o restaurante, qualquer um….” Achei aquilo legal e estranho ao mesm tempo…mas não recusei a proposta..kkkk….escolhi um restaurante japonês perto aqui da minha residência. Bem, durante o jantar o casal começou a me agradecer pela amizade, e carinho e dedicação…e tal e tal…..e no final disseram, “queriamos te honrar nesse aniversário com algo especial…..”…..eu olhei pra eles com um cara de matuto e disse, “fico muito feliz pelo que fizeram e pelo carinho, mas so tem um detalhe…meu niver é em novembro”……eles olharam um pro outro e cairam na gargalhada…..estavamos em julho. hahahahahahahahah…..
Chame a Policia
Sai do escritorio aquele dia muito cansado…. pensativo fui para o ponto de onibus e percorri o longo trajeot até chegar em casa…. ao chegar, tomei um grande susto, meu carro não estava na garagem…. entrei de pressa em casa e ja contabilizava o prejuizo do roubo…. antes de chamar a policia liguei pra minha esposa e dei a ela a trsite notícia….”Monica, nosso carro foi roubado…cheguei em casa e ele não está na garagem”….kkkkk….minha Monica riu e me lebrou que naquela manhã eu havia ido trabalhar de carro….kkkkkkkkk….. ou sejam o carro estava na garagem do escritorio onde trabalhava…kkkk…..dureza!!!!!!
E eu pulei…
Talves o fato mais comentado em 2001 foi o pulo que eu dei do palco de um evento em BH. eu estava em extase….feliz com akele movimento todo…várias pessoas tocando juntos….o evento lotado…eu estava de jejum a 9 dias….nirvama emsmo….bem, no final do evento pedi a um pessoal que fizesse tipo uma cama de braços…..corri pro fundo do palco e pulei…kkkkkk…puts…..corri mais do que devia….passei o pessoal e me esborrachei no chao….hahahahahaah….bem, foi terrivel porque quebrei duas vertebras do coluna e aquela noite quase fiquei paraplégico..kkkkkkk……esse fato correu o mundo..kkkk…onde eu ia o pessoal me zuava……hoje conto e dou risada, mas na hora doeu demais…cheguei a desmaiar de dor…kkkkk…..mas valeu….carrego em mim as marcas da “idiotice” por Cristo…kkkkk…
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26 julho 2010
Algumas Hi(e)stórias Inusitadas 2
Pessoal, segue ai mais algumas dessa aventuras que vivi….
Cômico se não fosse trágico
Um dia após o acidente da TAM, eu e minha equipe fomos tocar em Rondonia. Passamos por congonhas e a fumaça do acidente ainda estava lá. Foi terrível passar alí e ver o local sendo ainda rescaldado. Bem, no voo de retorno, nosso avião pousaria em Congonhas, mas estava chovendo muito, e o piloto informou que estava indo pra guarulhos….Nessa hora já rolou uma tensão..kkkkk….. eu e o pessoal da equipe tinhamos comprado uns copinhos de chocolate recheados de amarula, estavamos tentando relaxar em meio a todo aquele clima de morte….Bem, havia uma senhora sentada do meu lado no corredor. No momento do pouso ela começou a chorar e dizer, “ai meu Deus, ai meu Deus”…foi aquele clima….ela entrou em panico com o pouso durante a chuva…estavamos a apnas dois dias do aciedente da TAM….Pessoal, o avião pousou bem, deu tudo certo….mas na hora que a dona se levantou do seu assento…putsssss…..tava tudo molhado….a dona se mijou de medo….se levantou e deixou o cheiro pra gente que ficou pra traz…..dureza!!!!
Cadê o homem
Em um evento em Vinhedo, logo após o final do evento, saímos pra comer uma pizza….O papo estava bom, quando percebemos a falta do tecladista que tocava consco naquele evento…o nome dele era Gideão. Foi uma doidera, pois não vimos ele se levantar da mesa, e agora estávamos todos procurando o cara…sem saber onde ele tinha ido….Meu amigo Cambalhota ficou preocupado pois o cara tinha um histórico de dar umas sumidas..kkkkkk…..foi comédia demais…ficamos lá na pizzaria depois saímos pra dar umas voltas e tentar achar o maluco..kkkkk….bem, depois de uma hora o cara aparece….e diz, “fui dar uma volta pra conhecer o local”……dureza….
Como assim?
Em 97, fiz uma viagem a Cuba…Fiz conexao nas Bahamas. Quando vi o avião que nos levaria fiquei meio sem jeito..kkkk…era um Aeroflot da segunda guerra mundial, sem compressão com janelas presas com rebites…kkkkk….Bem, respiramso fundo e partimos…a aeromoça fez todo o procedimento padrão…mostrou onde ficava as portas de emergica…e dai mostrou o colete sava-vidas, colocou o colete e mostrou como fazia pra encher o colete com o sopro…..mas aconteceu algo que me deixou inquiéto…a aeromoça não tirou o colete..kkkkk…ela ficou com ele o tempo todo enquanto servia o lanche….ela me disse..”Algo para comer Senhor?"….eu respondi…”Não, perdi a fome”…..kkkkkkkk
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Gerson Freire
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Algumas Hi(e)stórias Inusitadas…
Olá pessoal. Nesse fds fui a uma pousadinha na Cerra do Cipó celebrar meu aniversário de casamento. Bem, fiquei por conta do tempo….kkkkk….foi muito relaxante e revigorante. Com isso, lembrei de alguns acnotecimentos em minhas andanças por ai muito engraçados e queria dividir isso com vcs… algumas histórias parecem estórias, mas pode acreditar que aconteceu mesmo….vamos lá…
O Piquet é Brother…
Em um voo retornado de Paris, em 1998, duas garotinhas sentaram ao meu lado. Comecei a conversar com elas e depois de algumas horas de voo descobri que elas eram filhas do Nelson Piquet, e moravam em Monaco. Bem, até ai tudo bem…nada demais..kkkk….
Ao chegar em SP me despedi e fui fazer meu check in… quando estava na fila, vi que a aeromoça que estava com as crianáçs passou por mim com cara de desesperada. eu entao prguntei..”Está tudo bem?”….ela respondeu…”mais ou menos, tenho que ir embora e noa tenho cmo quem deixar as crianças do Piquet até que chegue a hoar do voo”…achei aquilo muito estranho e me dispus a ir até a sala de esperaça de infantes. ao chegar lá encontrei as duas meninas novamente, estavão meio assustadas. a aeromoça me perguntou se eu noa poderia ficar como responsável pelas meninas até a hora doembraque..kkkkkk…..eu tinha tempo de sobra…. entao assinei um documento e fiquei com elas. Leveias pra fazer o check in, e la descobri que haveria de pagar uma taxa de embarque pras meninas..kkkkk…ai ai ai…. paguei…e falei brincado com as meninas…”Fala pro seu pai que ele me deve 50 conto”…kkkkkkkk….. Faria isso por qualquer um naquela situação….ainda mais pro Piquet….ele eh brother..kkkkkkkk
Eu sou a Leila
Em um restaurante em Atlanta, em 1996, durante as olimpíadas, uma menina alta chegou perto de mim e pediu ajuda na tradução. Eu prontmente ajudei a fazer seu pedido… logo percebi que ela usava um uniforme com o brasão da Seleção Brasileira… perguntei pra ela, “Ohh, você é atleta?”…ela com um sorriso respondeu, “Eu sou a Leila”….eu sorri fingindo qu a conhecia e disse..”Muito prazer eu sou o Gerson”….kkkkkkk
So depois ao chegar a mesa que entendi que era a Leila da seleção de voley do Brasil…Naquela tarde fui convidado pela comitiva e almocei com todo time que estava em uma área reservada.
Olhe pela janela Direita
Em um voo miami-sao Francisco, em 95, o piloto anunciou pelo sistema de interfone que passavamos por cima de um lago muito conhecido nos EUA. Eu como bom entrangeiro fui ate uma janela mais atraz do avião para ver o tal lago… Uma senhora sentada no outro lado corredor me interpelou, “Acho que você não é daqui…certo?”…eu disse…” Verdade, sou do Brasil”….ela continuou..”Eu ten ho um grande amigo no Brasil….ele é americano mas ja mora la a muito tempo…ele se chama Gregorio”…..eu dei uma risada e continuei…”Bem, se for o gregorio mcnutt eu estive com ele semana passada….”……ficamos atonitos pois se tratava da mesma pessoa….vai entender…..kkkkkk
Você de novo?
Em abril 2006, fui convidado para minsitrar em Nova York. ao chegar no JFK na área das bagagens, fiquei ali esperando até que toda minha bagagem aparecesse. Bem, ao meu lado estava uma modelo, essas de capas de revistas de moda, não sei o nome dela. A sua bagagem saiu primeiro….tres malas plásticas amarelas…kkkk….Quando a moça tentou pegar uma das malas o feicho rompeu e toda sua roupa foi pro chão…. eu como estava do lado, ajudei ela colocar tudo no lugar…. Conversamos um pouco e ela medisse que estava ali para um desfile e tal…. bem, cada um tomou seu rumo. Em agosto de 2006, fui ministrar no Japão, e minha escala era em Tokio. Estava ali na fila esperadno pra fazer o redespacho de bagagem e quem chega e fica bem atraz de mim?….a Moça, a modelo….. Ela não tinha me visto…dai virei rpa ela e disse…”E ai, o desfile foi legal em Nova York?”….ela meio surpesa respondeu sorrindo…”Você de novo?”….eu respondi rindo mais ainda…”Acho que você está me perseguindo…”….despachamos a bagagem e nos depedimos ….. é mole?
Bem…deposi posto mais….essas ai foram as que eu lembrei agora…
bjo no coração.
gerson
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Gerson Freire
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18 junho 2010
Formação Teológica
Pessoal, segue abaixo um texto que produzi para uma prova de admissão em um curso de convalidação pelo MEC do meu curso de Teologia. Eu gostei do que escrevi..kkkk….compartilho entã o….abrax
gerson
Em tempos quando o evangelho no Brasil vem sendo “vendido” nos canais de comunicação como uma poção mágica para solução de problemas e desembaraços jurídicos e amorosos, discorrer sobre a formação teológica dos pregadores torna-se um exercício necessário e instigante. Entender a necessidade de uma formação teológica sólida e ortodoxa é fator essencial na vida de um pregador atual. Desde o advento da popularização do “evangelho midiático” na década de 1960, a Igreja vem vivendo sob a influência das mais diversas esquisitices teológicas possíveis.
Partindo dessa realidade pode-se apontar quatro fatores importantes para a formação teológica dos atuais pregadores. São eles: 1. Conhecimento histórico, 2. Capacidade de interpretação textual, 3. Capacidade de comunicação das verdades bíblicas e 4. Aplicação dos valores bíblicos no contexto atual dessa sociedade. A formação teológica eficaz levará um pregador a ser não somente um repetidor de jargões do meio eclesiástico, mas formará um agente de comunicação eficaz e relevante da mensagem transformadora do evangelho.
O conhecimento histórico é de suma importância na formação teológica. Um pregador que não conhece a história de sua fé é presa fácil para os ventos de doutrinas que sempre assolam as história da Igreja. Desde o Marcionismo ao Montanismo, ambas doutrinas do século 2, que a Igreja luta com esses ventos de doutrinas, as quais geralmente são denunciadas quando comparadas com a história da fé cristã ortodoxa. Nesse aspecto a formação teológica fará com que o pregador seja exposto ao tempo longo e as permanências da fé cristã. Isso possibilitará uma reflexão que pode ser usada como balizador de sua pregação. Conhecer a história da sua fé é em última análise entender que não há nada de tão novo e também nada que surpreenda a santidade de Deus.
A interpretação do texto canônico é de extrema importância para alguém que queira viver de forma piedosa na pregação do evangelho. A verdade eterna de Deus está ali posta diante de nossos olhos. Por vezes, essa verdade é encoberta pela pouco conhecimento do vernáculo materno das escrituras. Nesse aspecto a formação teológica pode apresentar ao pregador ferramentas textuais e de analise contextuais que o ajudarão a extrair o sentido e o objetivo do texto estudado. Essas ferramentas em nada suplantam mover poderoso do Espírito de Deus que opera tudo em todos e usa a mesma mensagem pregada para falar de forma diferente com quem ele mesmo escolhe para se revelar. Contudo, essas ferramentas usadas com honestidade e temor são de grande valia para a expressão das verdades bíblicas que de fato glorificam Jesus.
Comunicar de forma efetiva e relevante essas verdades bíblicas torna-se um desafio ao pregador atual. Nesse aspecto uma boa formação teológica pode instrumentalizar o pregador de forma que entenda sua audiência e conheça as chaves culturais que melhor comunicam com seu público, com sua comunidade. Ser relevante na comunicação é tão importante quanto ter conhecimento de uma verdade bíblica. Jesus de forma simples e eficaz usou as metáforas da agricultura para comunicar-se com aqueles que estavam ao seu redor. Paulo, o apóstolo, também usou dessas ferramentas ao se dirigir a gregos, a judeus e a autoridades de sua época. Comunicar não se restringe apenas na oralidade. Uma boa formação teológica irá preparar pregadores para usar a língua escrita corrente de sua comunidade em prol do evangelho. Da mesma forma, não se pode deixar de mencionar sobre o poder das artes no processo de comunicação. Um bom pregador do evangelho usará de tudo isso com critério para que aqueles que irão crer sejam alcançados pela maravilhosa graça de Cristo.
Por fim, uma boa formação teológica levará um pregador a ensinar seus ouvintes como podem praticar o que está sendo pregado. Para tal, o pregador precisa conhecer com critério formas de chegar ao coração de seus ouvintes de maneira que gere credibilidade para uma relação de orientação espiritual e de vida. Muitas vezes somos constrangidos com relatos de manipulação de pregadores que de forma leviana conduzem seus rebanhos para seu bel prazer. Que tristeza! Uma boa formação teológica pode minimizar essa possibilidade, não que ela seja eliminada, mas cria um caminho mais transparente na vida de um pregador.
Portanto, uma boa formação teológica, acompanhada de uma vida devocional piedosa e prestação de contas, são aspectos fundamentais para a formação de pregadores do evangelho, especialmente daqueles que fazem tal obra com dedicação e diligência, não por ganância, mas por convicção de um chamado de Deus.
Gerson Freire – Belo Horizonte, 17 de junho de 2010.
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Gerson Freire
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13 junho 2010
O Calvinismo como ideologia na Revolução Inglesa
Para uma melhor compreensão sobre como ocorreu o fenômeno do Calvinismo que se espalhou por toda Europa tornando-se responsável por grandes mudanças nos campos políticos, sociais, religioso e econômico, faz-se necessário entendermos alguns conceitos. Para isso, buscaremos fundamentar nossa análise bibliográfica em autores como Christopher Hill, Trevor-Roper, Max Weber e Jobson Arruda, entre outros que estão voltados para o tema.
O Calvinismo é entendido tanto como um movimento religioso protestante quanto uma ideologia sociocultural com raízes na primeira reforma protestante na Alemanha, iniciado pelo monge Agostiniano Lutero, em 1517, e depois fundamentada por Calvino que difundia suas idéias pela França, Suiça e Holanda no século XVI. A Inglaterra começou a sentir os efeitos desse movimento, ou seja, dessa transformação que segundo Trevor-Roper foi fundamental para quase tudo que se passou no mundo desde então. Nesse sentido, o historiador inglês Trevor-Roper destaca que a Europa virou "de cabeça para baixo" em termos políticos, econômicos e intelectuais diante do processo da Revolução Inglesa. Para uma melhor compreensão desse processo explicaremos alguns conceitos que estamos utilizando, da mesma forma que achamos muito válido para esse artigo. Decidimos trabalhar com conceito de revolução entendido por Jobson Arruda, onde destaca que:
(...) existe uma revolução desde que as mudanças se operem no interior do sistema de maneira acelerada, tanto ao nível estrutural, quanto ao conjuntural, seja no aspecto econômico, social, seja político. Haverá, pois, uma revolução mesmo que as mudanças aceleradas ocorram em apenas um dos setores considerados, porque a articulação necessária entre eles acaba transferido as mudanças para todo o conjunto.
Nesse sentido, podemos dizer que a Revolução Inglesa foi um processo de cunho político-teológico. Inicialmente foi denominada de Revolução Puritana que teve como principal eixo o confronto entre a Monarquia e o Parlamento agravado pelas divergências religiosas, culminando assim, no conflito armado e início da guerra civil (1642-1649) e logo a seguir na Revolução Gloriosa. O movimento da Revolução Gloriosa se destacou por ter destituído do trono o rei católico Jaime II da Inglaterra da dinastia Stuart e substituído pelo nobre holandês Guilherme, Príncipe de Orange em conjunto com sua mulher Maria II, filha de Jaime II sem que ocorresse derramamento de sangue.
Decidimos usar a nomenclatura no singular visto que apesar de separadas por cortes temáticos ambas fazem parte de um processo revolucionário que foi sendo desenvolvido na Inglaterra do século XVII com uma resultante das contradições e resignificações de um Estado Absolutista que experimentava a mentalidade da modernidade. (Arruda, 1984, p.121)
Inicialmente, gostaríamos de destacar que o protestantismo exercia um grande poder ideológico na sociedade inglesa dos séculos XVI e XVII. Desde a separação política da Inglaterra de Roma emblematicamente conhecida com o rompimento de Henrique VIII com o papa, a Inglaterra tornar-se-ia palco de disputas políticas e religiosas ainda não conhecidas na história da cristandade. Ao romper com Roma, Henrique VIII estaria de forma direta dando suporte ao movimento que havia surgido na Alemanha pelo monge Agostiniano Lutero, em 1517, e agora sendo reescrito por Calvino que difundia suas idéias pela França, Suiça e Holanda. A Igreja que surgia com Henrique VIII abraçaria os ideais calvinistas, preservando a liturgia católica.
A tradução da bíblia para o inglês foi outro fator de destaque como fomentador desse novo momento político-religioso na Inglaterra tanto entre os monarcas como até em discussões cotidianas dos camponeses ingleses (HILL, 2003, p.24).
Essa equação sócio-religiosa foi a base para o surgimento do anglicanismo, o qual encontrou no calvinismo o balizador da interpretação bíblica. A estrutura econômica da Inglaterra nesse momento foi também um fator que acelerou e viabilizou a Revolução. Christopher Hill (1984) em seu artigo para a Revista Brasileira de História aponta que:
(...) este resultado bem como a própria revolução tenham se tornado possíveis porque já tinha havido um desenvolvimento considerável das relações capitalistas da Inglaterra.
Contudo, esse momento sócio-econômico e esse clima constante de contradições vividas por frações dos estamentos criaram uma instabilidade política baseada na propriedade de terras. A terra foi o foco das disputas entre nobreza, clero, senhores feudais, e as novas frações sociais – yomers, levelers, diggers, etc - que surgiam em uma Inglaterra que experimentava a modernidade e suas contradições. Esses conflitos foram permeados pela ideologia religiosa que assumia o papel antes pertencente à Igreja Romana: o protestantismo.
Nesse sentido, é interessante destacar a afirmação de HILL (1984) de que o protestantismo foi um movimento que contribuiu para o desenvolvimento capitalista, visto que a relação com o lucro deixava de ser pecaminosa e tornava-se um sinal da benção de Deus sobre o pequeno ou grande proprietário de terra. Porém, outros fatores políticos, econômicos e culturais que conseqüentemente repercutiram diretamente em processos de transformação acorridos ao longo de toda idade moderna também devem ser considerados.
O sociólogo alemão Max Weber, ressalta que essa mudança se deu por uma razão ética: a moral protestante estava mais predisposta ao espírito capitalista, por infundir no indivíduo mais autonomia intelectual e menos aversão ao lucro. Apesar do historiador Trevor-Roper está de acordo, acrescenta nuances importantes à visão. Para ele, a religião foi um dos fatores, não o único que Igreja Anglicana, fundamentada numa idéia política e não religiosa destacou.
O que é didaticamente conhecida como a Revolução Puritana é, portanto, um movimento burguês, com apoio aristocrático que agora via sua possibilidade de ascensão ao poder. O calvinismo nesse momento dava o suporte ideológico para que os eleitos de Deus se mobilizassem para cuidar da terra que lhes havia sido entregue como promessa divina. Uma reestruturação jurídica faria com que a Revolução Inglesa eclodisse com apoio dessas frações sociais, seja do antigo regime, seja das novas forças sociais que surgiam.
Ao ascender definitivamente ao poder, em 1651, Oliver Cromwel calvinista e agora Lorde Protetor da Inglaterra, estabelece uma república unificando os territórios da Inglaterra, Irlanda e Escócia. Uma de suas ações foi à convocação de uma assembléia de clérigos para reformulação da fé protestante na Inglaterra. Segundo HILL (1984) o controle da igreja, o principal corpo formador de opinião no país era de suma importância, assim como o controle da mídia é nos dias atuais.
Por tudo citado acima, entendemos a Revolução Inglesa como um processo político-teológico que aconteceu no momento em que camponeses, monarcas, aristocratas e clérigos discutiam um novo ordenamento social, mesmo que esse contenha em sua estrutura porções do antigo regime. O calvinismo foi de fato um importante componente no ideário dessa revolução. Desse modo, vimos a Revolução Inglesa como um processo de clivagem sócio-política que mexeu na superestrutura daquela nação colocando assim, essa sociedade em crise.
Por fim, percebemos como politicamente o poder simbólico do discurso teológico foi sendo usado em vários momentos da Revolução, e ao mesmo tempo foi fundamental para o exercício do poder contribuindo para o fortalecimento das práticas capitalistas embrionárias que mais tarde levariam a Inglaterra para uma outra revolução: a Industrial.
REFERÊNCIAS
BIÈLER, André. O Pensamento Econômico e Social de Calvino. São Paulo: Casa
Editora Presbiteriana, 1990.
HILL, Christopher. A Bíblia Inglesa e as revoluções do século XVII. Rio de Janeiro: Civilizações Brasileiras. 2003.
HILL, Christopher. O mundo de ponta cabeça: as idéias radicais durante a revolução inglesa de 1640. São Paulo: Companhia da Letras, 1987. p. 139-140.
HILL, Christopher. A revolução Inglesa de 1640. Lisboa: Presença, 1977. p.85-119.
Hill, Crhistopher. Revista Brasileira. N° 7, São Paulo: Marco Zero – ANDUH, 1984.
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. 4 ed. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1985.
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Gerson Freire
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10:30 PM
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09 maio 2010
O Teatro que é Mágico…
Olá gente boa…
Quero relatar aqui minha experiência na noite fria de ontem em BH quando fui asssitir o espetáculo do Teatro Mágico.
Eu já havia ouvido falar do trabalho, e pra ser sinceo tinha um pouco de preguiçaem conhecer melhor, visto que não sou muito fan de artes circenses….Porém, meu amigo cambalhota me convidou, e com um QI forte la dentro, ele conseguiu duas entradas free pro evento.
Oha, ainda bem que fui!!!! Realmente foi mágico….cativante, emocionante, musicalmente instiganete….engraçado….
Minhas impressões: Primeiramente fiquei impressionado com o público. Uma massa de universitários que com caras pintadas, nariz de palhaço, cantavam cada música e declamavam juntamente com o artista que conduz o evento, cada poesia.
A sincronia das luzes com a música, com a poesia e até com as brincadeiras deixou o ambiente envolvente.
A mensagem do teatro mágico gira em torno de esperança e novas possibilidades. Memso que pessoalmente eu ache utópico, visto a crueldade de mercado que vivemos, ainda assim, o show emociona e nos faz querer sonhar.
Os músicos são todos de qualidade e as composições são verdadeiras obras de construtivismo poético.
Emtempo de “rebolation e adoração patética”, o teoatro mágico é uma otima opção de arte pela arte. Pensei como seria legal se o Palavrantiga gravasse algo com o Teatro Mágico….ou algo deles.
Bem, é isso…
Paz e bem pra todos;
“Só enquanto eu respirar…eu vou lembrar de vc”….
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Gerson Freire
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9:33 PM
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13 abril 2010
Davi mano querido…Paz e bem!
Nunca acreditei nakelas historia fantasticas ki o davi contava...mas isso nao vem ao caso...eu amo a vida do davi....que Deus de graça pra ele aguentar agora o isolamento, abandono, calunias, falta de apoio e mentiras que, o povo que antes o admirava, agora irá revelar todo o moralismo cultivado nesses anos de "adoração profetica".... Davi mano querido....fica em paz...vá e não mintas mais... seja perdoado e perdoe-se.....bjao....
gerson
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Gerson Freire
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04 abril 2010
Barrabás: O ego histórico do homem caído
No domingo da ressurreição celebramos o momento histórico que marca uma nova era. Sim, a era do Cristo ressurreto. O filho de Deus vencera a morte e agora estava novamente entre os viventes em forma glorificada; cheio de esplendor e autoridade.
Nessa manhã, quando rememoramos esse fato: a ressurreição, eu quero meditar sobre o dia anterior. A ressurreição é o coroamento de uma seqüência de fatos que começaram naquela sexta feira amarga, dolorosa, cruel e sombria. A ressurreição passa por um julgamento injusto, viciado, que desonra em tudo a prática do direito romano, usado ainda hoje como base para estudo dos ordenamentos jurídicos de todo o mundo.
Vemos que o impasse desse julgamento levou os líderes romanos a consultar o povo sobre quem deveria ser solto na oportunidade festiva. Era tradição, e isso com certeza traria mais apoio político para aqueles governadores Romanos. Lemos a seguir o texto no evangelho de Lucas que fala sobre isso: Vejamos:
Lucas 23:13-25
| 13 | ¶ E, convocando Pilatos os principais dos sacerdotes, e os magistrados, e o povo, |
| 14 | Disse-lhes: Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o acusais, acho neste homem. |
| 15 | Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte. |
| 16 | Castigá-lo-ei, pois, e soltá-lo-ei. |
| 17 | E era-lhe necessário soltar-lhes um pela festa. |
| 18 | Mas toda a multidão clamou a uma, dizendo: Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás. |
| 19 | O qual fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio. |
| 20 | Falou, pois, outra vez Pilatos, querendo soltar a Jesus. |
| 21 | Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. |
| 22 | Então ele, pela terceira vez, lhes disse: Mas que mal fez este? Não acho nele culpa alguma de morte. Castigá-lo-ei pois, e soltá-lo-ei. |
| 23 | Mas eles instavam com grandes gritos, pedindo que fosse crucificado. E os seus gritos, e os dos principais dos sacerdotes, redobravam. |
| 24 | Então Pilatos julgou que devia fazer o que eles pediam. |
| 25 | E soltou-lhes o que fora lançado na prisão por uma sedição e homicídio, que era o que pediam; mas entregou Jesus à vontade deles. |
Barrabás era o nome de um jovem revoltado com sua sociedade e sua condição de estar subjulgado ao poder romano. Barrabas com certeza conhecia as injustiças cometidas contra seu povo e havia decidido fazer alguma coisa para resolver isso. Barrabás pertencia, quase por certo, aos Zelotes e era membro dos Sicários, os guerrilheiros que pretendiam expulsar a ocupação Romana.
O texto diz que ele estava preso por uma sedição (Motim, revolta) e por um homicídio. A pena para esses crimes era a morte. Geralmente os revoltosos de uma sociedade precisam encontrar formas de custear suas revoltas. Em outros momentos o texto bíblico chama Barrabas de salteador (João 18:40), o que reafirma sua condição de rebelde.
Sua rebeldia encontrava um apoio ideológico na libertação de um povo. Lembre-se que para muitos ele não era um bandido mas um libertador.
Foi observado no século III pelo apologista chamado Orígenes que, em alguns manuscritos, aparece assim a interrogação de Pilatos à multidão:
- Quem quereis que vos solte ? Jesus Barrabás ou Jesus a quem chamam o Messias ?
Veja que os ideais desse homem com certeza seduziam a mente das massas oprimidas pelo Império Romano.
Por outro lado temos Jesus, o filho de Deus, pregando paz, amor ao próximo, tolerância as leis romanas e falando de um reino que não é terreno. Nesta situação era normal que o povo pedisse a libertação de Barrabás e a condenação de Jesus. Era uma questão de lógica.
Fizemos esse retrato mental dessa situação para falar de uma linda verdade espiritual representada nesse texto. O nome barrabas é uma palavra que advem do aramaico, transliterada para o grego, que significa Filho do Pai. Sim, barrabas representava ali todos os filhos de pais naturais. De certa forma ali estava representada os filhos de Adão envoltos no pecado, na contravenção moral, ética e até legal. Você pode dizer, mas eu nunca matei, nunca adulterei....bem, a biblia deixa claro que basta intencionarmos a fazer tais coisas que para Deus é como se já tivéssemos feito. Ali estava o Jesus barrabas... Sim, o libertador de outros na força do braço, na força da auto-ajuda, na força do dinheiro. Ali estava barrabas, o filho do pai natural, que decidiu resolver por conta própria seu destino e sua vida. Ali estava barrabas condenado por si mesmo, e condenado a morte. Ali estavam os filhos de adão mortos em seus próprios pecados.
Ora, mas também ali estava, logo ao lado, o Jesus filho de Deus. Puro, santo, sem pecado, com sede e fome por justiça, obediente a Deus e guardador da palavra de Deus em sua própria carne. Ali estava o filho de Deus....olhando e ouvindo o povo pedir que soltassem o filho do Pai..barrabas.
Meus irmãos, nesse momento acontece um dos momentos mais impressionantes em relação a nossa salvação, pois o que estava condenado por justa causa, agora é liberto, e no mesmo instante o que era sem culpa, assume seu lugar e paga o preço da condenação. Sai o filho do Pai natural, entra o filho de Deus. Sai o injusto da condenação e o justo, puro, santo, é condenado. O homicida é liberto e aquele que havia até mesmo dado vida novamente a mortos assume seu lugar de réu culpado.
Essa é a lógica do sacrifício de Cristo. Deus mesmo decide resolver as mazelas do pecado. Assume o papel de rendentor do povo eleito. Entra na história do homem, como homem, e paga o preço para que os filhos de pais carnais agora fossem chamados de filhos de Deus.
Nessa manhã de domingo, lembramos do momento em que o justo, morto pelos injustos, ressurge da morte e sela de uma vez pro todas o Reino de Deus no coração dos filhos de Deus. Hoje, por causa do Jesus filho de Deus, não somos mais apenas filho de um pai natural, carnal, pecaminoso. Temos a honra e sermos chamado junto com ele de Filho de Deus. Temos o privilégio de sermos considerados em Cristo como povo santo, separado pra Deus.
Que nesse domingo nossos coração estejam repletos de gratidão por Cristo Jesus, o filho primogênito e Deus.
Oremos.
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Gerson Freire
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8:23 AM
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21 dezembro 2009
16
Celebro sozinho os 16 anos de meu garoto. saudades de um tempo que nunca existiu. em paz….contudo…saudade, esperança.
gerson
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Gerson Freire
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8:28 AM
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08 novembro 2009
37
Fazem 37 anos que comecei a ser hsitórico, fazer história…. existir no tempo.
Fazem 37 anos que o decretos de Deus, exsitenciais, começaram a ser aplicados em minha vida….a cada dia.
Fazem 37 anos que dia a dia, a vontade soberana de Deus vem consumindo minha vida, assim como uma chama de fogo consome um pedaço de papel, sem que esse não tenha como impedir o seu avanço.
Fazem 37 anos…. só 37 ….. um piscar de olhos….. ainda percebendo os reflexos orgásmicos que a 37 anos me conceberam.
Fazem só 37 anos.
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Gerson Freire
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2:43 AM
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17 outubro 2009
O DNA de Jesus…
Prezados leitores e amigos;
Tenho certeza que esse posto vai causar muito “firson”…. De fato, esse post é o resumo de uma teoria que venho desenvolvendo a algum tempo. Vejamos:
Desde a descoberta da possibilidade de clonagem, o qual ficou mundialmente conhecido no caso da ovelha Dolly, o conceito de formação de uma vida sem uma concepção “natural” passou a fazer parte do conhecimento popular. antes, falar em gerar um ser vivo sem uma concepção parecia loucura….coisa de “carochinha bíblica”…
Bem, minha tese é que esse descobrimento científico, do processo de clonagem, não é novo, visto que acredtio ter sido esse o processo que Deus tenha usado na concepção de Jesus no ventre de Maria. Calma!!! vou explicar. Sei que a palavra clonagem carrega um tom pedante e até anti-ético quando falamos em vidas humanas, mas permitasse continuar lendo sem pre-conceitos.
O processo de clonagem acontece da seguinte forma. Um óvulo é tomado e seu nucleo retirado. No nucleo do óvulo é onde está todo o código genético da doadora. Pois bem, em nosso caso, a doadora era Maria. Em seguida, acontece o milagre da fé, pois de uma forma assombrosa e terrivel, Deus retira o nucleo do óvulo a ser fecundado e implanta um DNA naquele óvulo que estava no útero da jovem, pronto para ser fecundado. Deus cria um DNA de si mesmo. Isso é tão miraculoso quanto qualquer outro feito de Deus, pois espírito não fecundo óvulos. Eticamente entendemos que não foi um espermatozoide, logo, o DNA se torna opção real do fato. Hoje sabemos que uma concepção de um ovulo sem núcleo com um DNA é possivel. Tempos atras, explicar a concepção virginal de Maria era algo sem possibilidades para a ciencia. Continuemos…
Minha tese baseia-se no princípio teológico de que Cristo como cordeiro imaculado de Deus não podia ter em seu corpo (existencia) a amrca do pecado original. Seu sacrifício foi imaculado (sem mancha)… Cristo assim, é de fato o segundo Adão, sem pecado desde sua criação e sem ligação genética com a humanidade caída. Caso pudessemos fazer um teste de DNA em Jesus, Maria não seria reconhecida como sua mãe biológica, pois dela aproveitou-se somente o óvulo, que no processo de clonagem é apenas o ambiente que nutre o desenvolviemnto do código genético que ira desenvolver as céluas para formação da ser.
Nesse caso, Jesus é de fato a imagem idêntica de Deus. É Deus homem, que entrou no mudno pelas vias estabelecidas por ele mesmo para que os homens nascessem. Por isso seu sacrifício é completo. Ao ser questionado por Andre, “Mostra-nos o Pai”, a resposta de Jesus é no mínimo intrigante, “Quem me ve, vê ao Pai”.
Sei que muito podem ficar chocados com essa tese, mas minha conciencia e minha bíblia não me condenam por pensar assim… Por isso, escrevo em paz esse ensaio simples, na esperança que isso traga glória para o nome de Deus. Ele é o dono da ciência…conhecedor de tudo….tudo está sob seu dominio e designio.
Cristo, imagem exta de Deus….Deus homem, sacrifioc perfeito, sem pecado origianl…. anscido d emulher, gerado pro Deus…. milagre eterno da para remissão dos pecados do eleitos do Pai.
Gloria para sempre ao Rei Eterno!!!
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Gerson Freire
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7:43 PM
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11 outubro 2009
A Escolha da dor…
Quem ama escolher a dor…. achoq ue é assim…
Mas de fato, dor só na hora de escolher, deois vem o prazer….
Amar é isso…..é doer com prazer…kkk…
bem…. é por ai….o resto flores!!!
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Gerson Freire
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2:05 PM
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20 setembro 2009
Billy Holiday, Elis Regina e pipoca de microondas
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9:14 PM
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14 setembro 2009
Amor..mas o que é isso?
Amor....inventado, cantado, sofrido e vivido, chamuscado, chantageado, malvado...
Amor... palavra que em portugues nao faz sentido porque não vem com nenhuma ação...
No grego, ela tem tres sentidos e todos ligados a uma ação...seja agir como amigo, agir sacrificialmente, agir com desejos eroticos....sim, no grego Amor faz sentido.
No latim, ela se perde...se perde nos poemas e nas fábulas....
Amor sem ação é apenas balela.... Amor, sem ação é apenas jogar palavras ao vento...
Amor, coisa de escritor latino.
Quero viver esse tal de maor na perspectiva grega..... acho qeu vale faz mais sentido... e gera paz.
Amor na perspectiva latina me faz so chorar...na grega me faz crescer. Quero crescer.
bjo
gerson
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24 agosto 2009
Acabou a bandalheira!!!!
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3:16 PM
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08 agosto 2009
Astro...alguam coisa.
Olha, antes de te responder diretamente quero fazer uma reflexão.
Os fenômenos astronômicos fazem parte do descobrimento do homem de si mesmo.....desde a antiguidade fenômenos astronômicos marcaram o entendimento daquelas sociedades sobre elas mesmas.....podemos ver isso claramente nas tábuas maias e sumérias....e em varias outros momentos, quando homens atribuem seu significado existencial aos astros. O surgimento de várias religiões tem ligações com astros....ate mesmo o cristianismo....lembra da estrela de Belém? Do fenômeno astrológico que teve que ser observado pra saber onde o Cristo nasceria?..kkk.....O Islã e o judaísmo com calendários lunares, e equinócios e solstícios são ainda considerados momentos de passagem pra um outro tanto de religiões.
Dito isso, vemos que o homem criou uma forma de se entender quanto homem a partir de valores que atribuiu aos fenômenos astronômicos criando assim os fenômenos astrológicos.
Bem, o problema é que Copérnico aparece na historia...kkkkkk.....e mostra claramente que os astros existem por si só e não em favor do homem..kkkkk......e Newton tbm mostra que a situação do universo é da ordem para desordem, exatamente por causa da relação dos astros. Isso tira a astrologia do cenário de ciência e a coloca na esfera da crença.
Respondendo a sua pergunta...mas ela será respondida em duas partes...vejamos:
Primeiramente, não, a posição dos astros não pode influenciar de forma empírica na personalidade de alguém. Talves, o máximo que da pra aceitar seja a relação da gravidade da Lua em trono da terra..mas sinceramente acho que quem sofre mais com mudanças de personalidade por causa dela são os peixes ( por causa das mares) e os apaixonados...kkkkk...
Mas, podemos tbm ver que, se aquela sociedade atribuir valor ao fenômeno astrológico e ensinar vc a ser o que os astros querem que vc seja, bem ai sim, a posição dos astros influi na vida de alguém.
Eu acho muito interessante os estudos astrológicos....mas sinceramente prefiro os um olhar astronômico.
Abraço
Gerson
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Gerson Freire
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9:46 PM
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