28 março 2015

O Hoje é tudo que temos

Faz muito tempo que não escrevo em meu Blog...  pretendo escrever mais a partir de agora...

Como é de conhecimento público estou morando em Portugal. Cada dia que passa gosto mais de morar aqui. Sim, existem os desafios inerentes a uma mudança de país: saudade, adaptação, novos ciclos sociais, novos amigos...  além é claro do sustento e cuidado com a família. Tudo isso conta muito...

em meio a tantos desafios, lembro-me de um conceito sobre passado e futuro. O conceito que me recordo é que, de fato, só temos o hoje. O Passado nada mais é que um amontoado de memórias que são acionadas toda vez que algo ou alguém que faz sentido histórico aparece em cena mental.  O passado não é uma entidade, um local e mesmo um ambiente. Ele existe somente como experiência sináptica. Seus vestígios, esses sim, estão ai disponíveis para serem lidos e relidos. Passado bom é passado lembrado.

Da mesma forma, a questão do futuro é outro conceito que sempre me instigou. Ele não passa de desejo. Exatamente isso, preparar o futuro é ordenar bem os desejos. Ele é tão incerto como a fragilidade da vida, e, ao mesmo tempo, tão visceral. Ele chega, gostemos ou não, e um dia se tornará o que de fato temos: o Hoje.

O fluxo então é simples: Temos desejos que em breve se tornarão memória, e isso se dá no que chamamos de hoje.

Só temos o Hoje pra experimentar a vida e a relação conflitante, prazerosa e dolorida do fluxo futuro-passado.

Quem souber viver HOJE bem....terá portanto um bom futuro e um ótimo passado.

Só um pensamento.

Gerson Freire
Cascais - Portugal

02 fevereiro 2014

Voltei.....pois aqui é meu lugar

Olá gente boa...

Em meio a loucura comunicativa das redes sociais, decidi voltar a blogar.

em 2014, usarei esse canal mais frequente para registrar observações e mesmo como forma de terapia ocupacional.

Darei uma nova cara a esse espaço.

Um abraço

GF

08 novembro 2012

4.0 e vamu ki vamu!!!!


gerson new look
Hoje completo 40 anos. Dizem que a vida começa agora. Bem, tomara que sim…. Essa primeira fase foi muito boa… Tive uma infância feliz, pais presentes, uma adolescencia maluca e cheia de rock and roll, uma juventude sóbria e ideológica. Mas agora, quero começar de fato uma nova fase. Tenho uma linda famíla, uma esposa maravilhosa e filhas que me enchem de alegria. Tenho bons amigos (os que sobraram da primeira fase..heheheh).
Sim, tenho algumas frutrações tbm…quem não tem? A maior delas foi ter me dedicado muito em “sonhos” ministeriais e não ter investido em uma profissão ainda na juventude. Mas blz….nunca é tarde pra recomeçar, mesmo que seja mais dificil. Mas já avancei um pouco….me formei em História, sou professor de Inglês e História, e agora estou no Mestrado em Ciências da Religião. Em breve pretendo dar aula em uma Universidade. O tempo que trabalhei com música tbm foi legal. Cuidei de minha familia muitos anos através desse trabalho e sinceramente viver de música é muito bom…hahahahahah…viajei e conheci mutios paises, pessoas, culturas…..  De fato, na música sou realizado.
O que existe de verdadeiro em mim de chamado ministerial permanecerá. O que foi ilusão da minha cabeça, eu oro para que Deus me perdoe e arranque fora.
O que quero agora? Quero viver uma vida singela, simples. Curtir minha familia e amigos. Vivenciar minha espiritualidade sobrenaturalmente natural. Sem loucuras nem apelos emocionais….. Quero ser um bom religioso protestante neocalvinista… um melhor marido, um pai presente, um amigo pra se contar, um irmão pra conversar. Degustar os melhores vinhos e cervejas. Conhecer novos lugares, e apreciar um bom Cohiba. Quero amar mais, muito mais….. Preciso parar de julgar as pessoas…. até aquelas mais idiotas…..  Talvez esse seja meu maior exercício existêncial nessa segunda fase, pois o olhar pra vida pode ficar muito crítico. Quero ter menos respostas pras coisas….. me surpreender com coisas simples e corriqueiras.
Bem, já que a vida começa depois dos quarenta, isso significa que hojé é o dia do meu nascimento pra nova fase…. que venha…. mas por favor enfermeira…sem essa de tapa na bunda. Que tal um bjin? Pode ser no rosto.  hahahahaahahahahahah.

10 maio 2012

Aula Inaugural do Mestrado na PUC-Minas

No dia dezessete de abril, por volta das 19 horas, o professor Padre Libânio proferiu uma palestra por ocasião da Aula Inaugural do Programa de Ciências da Religião da PUC-Minas. O auditório estava repleto e todos queriam escutar as palavras daquele senhor magro, de sobrancelhas volumosas e amareladas.

Libânio introduz sua palestra definindo o corte temático do assinto. Ele apresenta as tendências religiosas na contemporaneidade a partir da tripartição: i) Religião, ii) Religiosidade e iii) Fé.

Por Religião, o palestrante defende que as instituições religiosas são as mantenedoras da Religião. É através dessas instituições que a Religião se perpetua enquanto campo estrito de conhecimento teológico e dogmático.

Da mesma forma, o professor discute a Religiosidade enquanto uma experiência particular e individual que é fluida e não necessariamente está ligada a alguma religião.

De acordo com o palestrante tanto a Religião como a Religiosidade vem sofrendo pressões do processo de mercantilizarão, criando assim um processo contraditório de endurecimento e relaxamento das estruturas religiosas.

Por fim, Libânio discorre sobre a Fé enquanto uma possibilidade plausível de compreensão e assimilação da realidade, visto que a Religião vem perdendo espaço ao mesmo tempo em que a religiosidade, por ser tão fluida, não responde a todas as demandas que surgem nas angustias humanas, e conclui que é através da fé que o ser humano estabelece uma relação identitária com Deus e consigo mesmo.

28 fevereiro 2012

O que penso sobre a questão Indígena no Brasil.

A alguns dias atrás eu publiquei uma notícia em meu perfil de FaceBook. A notícia era relacionada à prisão de um integrante da FUNAI por parte dos índios de um tribo. Durante o tempo em que o agente ficou retido (preso mesmo) na tribo ele sofreu alguns tipos de tortura. Bem, eu prontamente comentei a notícia usando o seguindo título: Olhem os índios bonzinhos ai! Logo alguns amigos comentaram a publicação. Uma dessas publicações foi de um amiga muito querida que diverge de minhas posturas em relação a esse assunto. Decidi conversar com ela e ela com muita educação e franqueza disse-me que essa postura em relação aos índios era preconceituosa. Eu ouvi o comentário e silenciei-me buscando entender a razão do comentário. Depois de um tempo de meditação e reflexão cheguei à conclusão que NÃO, não sou preconceituoso em relação aos povos indígenas, contudo, vejo a situação de outra perspectiva a qual se distancia do pensamento mais comum sobre o assunto. Decidi então escrever aqui o “porque” me posiciono dessa forma. Relatarei abaixo exatamente meu pensamento, e espero sinceramente que consiga expor as idéias de forma clara e objetiva para que não sofra nenhuma ação da livre interpretação, maculando assim o meu pensamento e criando o status de preconceituoso. Vejamos!

Primeiramente, ao se abordar a questão indígena tem que nos valer das ferramentas da pesquisa histórica e sociológica. Essa questão vem sendo amplamente discutida, tanto nas universidades como nos setores governamentais e também no terceiro setor. A colonização dessa terra se deu de forma coercitiva e impositiva, e aqueles que aqui estavam anteriormente sem dúvida alguma sofreram com a maldade e a crueldade advindas desse processo colonizador. Nunca neguei que esse processo foi maléfico aos povos indígenas, apenas falo e afirmo que não se pode aplicar os valores de um estado de direito para julgar um fato histórico que aconteceu em outro ordenamento jurídico e orientado por outra moral. Por mais duro que isso possa soar, o resultado do processo colonizador do Brasil é a sociedade que surgiu logo após. Gostemos ou não, esse foi o processo! Essa é a história dessa nação! A partir desse pressuposto, surgiu a idéia da reparação histórica. Ora, tal ação tem como objetivo reparar os erros históricos no processo colonizador da nação, visando dar condições a esses povos que foram oprimidos, e ou etnias, para alcançarem ascensão e equiparação dentro da sociedade. A idéia parece boa e ética, mas é incapaz de produzir bons frutos, pois, essa ação busca unir dois tempos que estão separados pela própria historia do desenvolvimento da nação e também pelo desenrolar da história. Além disso, essa ação pode criar um mal estar e até mesmo uma situação de discriminação de outros grupos sociais ou etnias. Penso nos ciganos, nos eslavos do sul, nos italianos que foram pro interior de São Paulo, nos trabalhadores japoneses também. Além desse grupos, podemos também pensar na grande parte do grupos caucasianos que hoje sofrem e passam por dificuldades da mesma forma que outros grupos.

Não quero dizer que não apoio as ações de inclusão social. De forma alguma! Estou dizendo que essas ações devem ser baseadas no principio constitucional da cidadania e não da etnia. Todos devem ser contemplados. Índios, negros, brancos, amarelos e pardos. Todos que fizeram dessa terra a sua nação. Ora, a luta contra o preconceito contra qualquer uma dessas etnias deve ser central,e todo preconceito deve ser rechaçado, mas não em detrimento de outra etnia. alguém pode dizer: “Mas os índios sofreram, foram abusados, escravizados...”, sim, e isso faz parte da nossa história. os judeus também foram escravizados, povos gregos eram escravizados nas batalhas, os povos indo-europeus foram escravizados, e isso não impediu que eles superassem esse momento de barbárie e crueldade (é assim que vejo a escravidão) e reescreveram suas histórias. Sou de família portuguesa, mas de forma alguma devo sentir-me culpado pelo processo cruel de colonização dessa terra, pelo simples fato que isso aconteceu em outro tempo histórico e jurídico. Seria ridículo eu reivindicar para mim algum prejuízo que minha família vinda de Portugal tenha sofrido na época do Brasil colônia. Isso não faz sentido algum.

Essa ação, que aparentemente parecem valorizar os indígenas, tem de fato criado um constrangimento para a sociedade atual, pois, a sociedade de certa forma está refém de um fato histórico que quando ocorrido era aceitável por aquela sociedade. Os povos indígenas devem se respeitados sim porque: (i) são seres humanos (ii) são cidadãos (iii) fazem parte da formação da nação. Contudo eles devem agir como tal. Existe um constrangimento no código civil brasileiro, pois, ele ainda trata os índios como uma classe diferente de cidadãos. Ora, isso é um absurdo e uma crueldade com esses povos. Sabemos que eles querem e devem preservar sua cultura, mas existem pessoas nessas etnias que querem exercer todos seus direitos de cidadãos, alem de preservar a cultura ancestral. Eles querem estudar, trabalhar, desenvolver projetos de vida, contudo essa particularização ainda constrange nossa sociedade. Como minha amiga disse: “Está tudo errado, desde o início”. Da mesma forma, esses cidadãos devem responder aos acordos sociais que regem o nação brasileira. Eles devem estar debaixo das mesmas leis, das mesmas obrigações e dos mesmos estatutos que regem essa sociedade. Caso contrário, estaremos vivenciando a atribuição de “culpa” a uma parte da sociedade que não estava lá quando tudo aconteceu. Surge a pergunta então: Existe um padrão para ser brasileiro? Não, não temos um padrão étnico. Somos um povo de misturas raciais e de costumes variados. O brasileiro é a mistura disso tudo. Contudo, existem padrões comportamentais que dão direcionamento à formação da nação. Gostaria de citar o caso do infanticídio cometido em algumas aldeias indígenas no Amazonas, onde a crença e a religiosidade da tribo ensina que o nascimento gêmeos é uma anomalia espiritual, pois um deles representa o mau e o outro o bem, como não se pode definir quem é quem ambos devam ser sacrificados. Ora, esse comportamento hoje é denunciado em nossa sociedade como crime, e agravado por ser praticado contra um indefeso. Mas esse comportamento pode ser aceito só porque faz parte da cultura indígena? De forma alguma, isso é um absurdo! Também crianças indígenas em algumas dessas tribos que nascem deficientes são enterradas vivas pois segundo o costume elas devem ser capazes de sobreviverem por si próprias quando adultas. Faz sentido, mas é crime, a não ser que mude-se o contrato social, e todos possam fazer o mesmo. Imagine isso: centenas de milhares de crianças que seriam assassinadas porque nasceram com alguma deficiência. Loucura isso! Ora, se isso é um atentado contra o direito universal à vida, logo, nenhum povo ou raça que está debaixo do ordenamento jurídico brasileiro deveria ser permitido a tais práticas. No caso da minha publicação eu não estava “falando mal” dos índios, mas da prática de tortura (comportamento) que é crime inafiançável. Sim, usei de sarcasmo, pois luto contra a idéia que os povos que foram oprimidos no processo colonizador sejam “os bonzinhos” da história. Isso é um equivoco, mesmo porque esses mesmos povos praticavam suas barbáries entre suas aldeias.

Outra questão a ser analisada é a questão das “terras indígenas”. Bem, quem atribuiu esse sentido de posse às terras foi o próprio estado de direito. É sabido dentro da história e da antropologia que índios nunca viram a terra enquanto posse, mas como local de convívio e sobrevivência, especialmente os índios do território brasileiro, diferente dos Mais, Astecas e Incas que em épocas pré-colombianas já haviam desenvolvido o conceito de Cidade/Estado. Foi com os desenvolvimentos jurídicos que o Estado brasileiro chegou à conclusão que “esse povo” precisava das suas terras, pois sua cultura estava ligada a preservação de um local específico. Mais uma vez a ação estava dentro de uma lógica visando o bem mas criou uma perversão sociológica no momento em que essas tribos quiseram ditar o que era de fato suas terras. Os constrangimentos estão mais latentes desde que o processo desenvolvimentista do Brasil começou na década de 1970. Sim, as reservas são importantes para esses povos, pois é lá que eles preservam sua cultura, mas como foi dito antes, para uma nação se desenvolver ações precisam ser feitas em diversas áreas, inclusive no que se refere à topografia. Lembro-me quando a Avenida Cristiano Machado estava sendo construída em BH. Lembro das pessoas reclamando muito das realocações que teriam que ser realizadas. Centenas de família foram retiradas de suas casas e realocadas em outras áreas em BH. Ora, seria ridículo pensar que daqui a 200 anos familiares dessas mesmas famílias entrassem na justiça requerendo direitos, pois seus antepassados foram abusados pelo Estado brasileiro. Loucura!

Não posso deixar de mencionar que a maldade, a crueldade e a manipulação dos governos é talvez a grande desgraça das sociedades democráticas. Não temos um estado puro. Sabemos do grande problema de corrupção que nos assola, tanto em Brasília como no dia a dia de nossas vidas, ou como a venda das terras indígenas realizadas por alguns caciques. O homem é podre! (Minha amiga usou essa frase e concordo com ela). A elite brasileira branca e mesquinha vem a séculos maculando a história desse país com pilantragem e acordos detestáveis visando seu próprio interesse, sem se importar com a grande maioria da população que são quem de fato sustentam essa “Festa”. Isso me deixa muito triste com nossa história. O jeitinho brasileiro, o descaso do serviço público, as artimanhas políticas, e principalmente a passividade de nossa população. Oxalá que isso mude algum dia...eu já não creio que verei essa mudança. Talvez mais 500 anos para que algo realmente mude.

Posto isso, reafirmo que desejo de todo coração que todos os povos indígenas sejam tratados como cidadãos dessa nação. Que tenham acesso a toda educação que quiserem; que tenham uma reserva florestal para que sua cultura seja preservada; que tenham acesso a todo atendimento de saúde, lazer, ciência (tribal e ocidental caso queiram). Mas também espero que eles paguem impostos, respeitem as leis do Estado brasileiro (civis e penais), e caso pratiquem algum crime sejam julgados pelas mesmas leis que julgam qualquer cidadão desse país. Não, não sou preconceituoso, apenas defendo um estado onde TODOS tenham os mesmo direitos e deveres, não importando sua etnia ou credo religioso.

Digo isso, pois de fato penso assim;

Gerson Freire

Fevereiro de 2012.

23 janeiro 2012

Voltei

Olá pessoal....faz muito tempo que nao escrevia aqui. Isso se deu a grande demanda de 2011 nos estudos e tal...mas agora volterei a escrever novamente com mais frequencia....


Esse ano começo com novos desafios....passei no mestrado em ciencia da religiao na PUC...vai ser um bom desafio... Continuo como pastor da IPmissional.....e ainda faço algumas viagens pela com a música.... Meu desejo é que em breve possa começar a dar aula em alguma faculdade..... Em 2011 dei aula em um seminario sobre historia da igreja...foi legal...

Bem, so um update.....em breve posto algumas reflexões....abrax.

gerson

17 março 2011

Consciência Ecológica

Abaixo segue um texto produzido por minha filha, Melissa. Ela tem 12 anos e está participando de um concurso de redação. gostei demais do texto que ela porduziu e compartilho com vcs…vale a pena ler.

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Belo Horizonte, 16 de março de 2011

Olá amiga árvore!

Que saudade que estou de você! Fiquei sabendo que sua mãe foi cortada e então pensei que poderia te contar uns casos que vi e ouvi por aqui.

Ontem, vieram uns humanos aqui, foi muito triste, cortaram quase todas de nos aqui no bosque. Mas eu não entendo isso! Pelo que eu sei somos muito uteis por aqui.

Fazemos com que o ar fique mais puro para que todos vivam melhor, muitas de nós dão frutos para alimentá-los e na época de primavera, enfeitamos os parques, bosques e casas.

E eles nos retribuem cortando, queimando, e destruindo nosso habitat?

Imagine o mundo sem nós, sem esse ar puro que eles respiram, com um calor escaldante e sem nenhuma sombra para se refrescar! Eu acho que seria muito ruim.

Acho que eles devem pensar nisso o mais rápido possível, pois sem nos o mundo iria ficar em desequilíbrio.

Parece que eles não sabem muito sobre a nossa casa, as florestas e matas, e para estudar alguma coisa, ela precisa existir por isso eles tem que nos preservar.

Ouvi dizer sobre duas doenças fatais para eles: um tal de câncer e AIDS.

Quem sabe, na nossa floresta há uma planta ou um fruto que consiga curar essas doenças? Vai ser difícil descobrir se não existir uma floresta para pesquisar.

Quem sabe algum humano pense que esta em nosso lugar e veja a nossa importância para o mundo. Espero que eles sejam rápidos, pois amanhã já operam novas máquinas que cortam mais e mais da nossa floresta.

Mas parece que eles não têm consciência disso tudo que eu falei. Eles precisam ser lembrados da nossa importância.

Foi por isso que escrevi essa carta, para te mostrar que foi uma grande perda sua mãe foi cortada, pois cada árvore tem uma importância enorme para o mundo.

Outro caso que ouvi, foi de uma menina que conscientizou a sua escola inteira e de sua sala de quarenta alunos, todos plantaram duas árvores. E isso foi muito legal, pois se a geração de adolescentes e crianças pensarem sobre isso, ao passar dos anos temos uma chance do mundo inteiro estar conscientizado e não cortar nem desmatar mais nenhuma árvore do nosso planeta, que com isso, ficará mais saudável.

Pense nisso e repasse essa carta para muitos e muitos amigos para que eles saibam a nossa importância para o mundo.

Amiga, espero que você não fique triste pela sua mãe ter sido cortada.

Quando repassar essa carta, lembre dos seus amigos da reciclagem que é muito importante para a nossa preservação.

Espero que os seres humanos consigam pensar bastante nessa questão de preservação do ambiente, porque pelo que eu sei todos os seres vivos dependem de uma coisa natural, que vem do ambiente e é recurso não renovável, a água. Que está presente em varias florestas que estão sendo desmatadas e com isso contribuem com a perda de água potável que por “acaso” é somente um por cento da água do mundo. Fale isso também!

Espero que você tenha gostado da minha carta e dos meus argumentos.

Um beijo,

Sua amiga árvore; Melissa.

23 janeiro 2011

Understanding Worship in Biblical Perspective

Rev. Gerson Freire – winter 2011

1. Some Considerations before we go on studying the Holy Scripture

My intention today in our class is to observe how the concept of Worship was developed in the bible. We will travel through the verses of Genesis and find out how this term entered in the holly canon.

However, in order to understand what’s in the bible we should take a look on things that were around the bible as it was being written.

A better understanding of the bible is always a work of three cooperative forces. They are:

1. The Text

2. The context

3. The interpretation.

You might ask: “Pastor how about the holy spirit?” Well, the Holy Spirit is the one that reveals the word in the three forms we mentioned before. The only reason you consider this word holy is because the major force of God’s grace has been put in you through faith and that is the engine which causes you to seek god and his word. Praise God for that.

So, because of that, we can study the word of god knowing that The spirit of God is already working in us. Then we can jump into the word using these three tools we mentioned.

1. The Text: Is the divine inspiration word written by simple men chosen by God. The text is perfect in essence even if historically and grammatically we can find some errors in the originals. (Case of David) - But that does not put the holy text in aplace to no be trusted. In some cases even those discrepant texts reveals some of God’s amazing grace to us. There is a risk when someone use the text alone without the other two tools. Great heresies and distortion of God’s principles happened in history because of this approach to God’s Word.

2. The Context: is the environment, the emotions of the writer, the situation when the scripture was produced. A good understanding of the context can help us to soak in God’s word and see the greater picture of it. Also there is a risk of theological liberalism when people use this tool alone.

3. The interpretation: is the action someone do towards the holy text and define what that text is trying to teach. The risk in this case is what we call “Free interpretation” where people use any kind of “feelings” force God’s word to say something that it is not saying at all.

4. Anthropological Aspects: We see in humankind history that no matter where in the globe, no matter when, men always try to worship a divine being. In Brazil for exemple, we still have some tribes that have no conection to eastern world. When our government discover them ans start to study their habits, well, there it is!!! They have the habit of worship. We see that in our sphereas of mankind history, Wine for example is a drink that has been always connected to a form of worship. In the Arts we can see that same aspect. Literature: study the ancient greek, fenincian, Egyptian, Sumerian literature and you will find out about their faith. I’m saying this because it shows me something: Man was created to worship. This is an anthropological truth.

After we considered this aspect of how to study the scripture, let’s see when the concept of worship appears in the Bible. Let us read the text in Genesis 22.1-5.

The Text: This text is a record of how a man had his lifes impacted by God’s word. A better reading for this text is to start in chapter 12. The text records how God’s grace and trial’s had an intentional purpose in Abraham’s life. We can divide this text in four parts. We can notice that there was a calling, a time of perseverance, and time of change and a time of establishment. When we read this text we tend to believe that Abraham was a kind of superhero of the old testament. Wrong!!! He was a man chosen by God, but a simple man, yet a man of courage to believe. We can read this whole text in half hour. That’s why we tend to believe he was a superman.

The word worship here has a very interesting lexical meaning. The author does not use the common word for worship in the old testament: Barack: which means to kneel down. But intead, he uses the word Shachah. Dr. Skip Moen presents that word as “a word that describes an act of obedience.  It is the word for prostrating oneself on the ground before a superior.  But it is not simply an outward, physical act.  Hishtachah, a derivate word, describes an inner attitude of worship even when there is no associated outward ritual.  We see this attitude in the servant of Abraham when he meets Rebekah (Genesis 24:26).  We find it in the Ten Commandments (Exodus 20:5), in David’s desire to seek God’s face (Psalm 5:7) and in the final purpose for all men (Isaiah 66:3).   Yes, it’s worship, but it is not the kind of worship that we typically find in today’s congregations.  Shachah is your soul, spirit, mind and strength facedown on the ground, in humble adoration, and total commitment to the only One Who is worthy of worship.  Shachah is deep devotional prayer permeating life”. The great Reformer of the century XVI, John Calvin, also dealt with the issue saying that “The ceremonies are subservient, as helps or instruments, in order that, in the performance of divine worship, the body may be exercised at the same time with the soul.”

The text here then points to an inner attitude followed by an action.

The context: If we pay attention to the dates in the text we will be surprised of how many years passed till God calls Abraham to Moriah. Before that calling Abraham had lied to Pharaoh about his wife, he had to come back and to restore some of the altars which were destroyed, He had to deal with problems in his family, He had to deal with his attitudes regarding God’s promise. And finally, he had to learn the way to worship. The word worship here appears in the verse 5. So, the best way to understand the context is to make questions. Questions don’t mean doubt. Remember the difference between the question of Zachariah and Mary? They both questioned the Angel but the priest twisted his question into doubt. So, some good questions for our text here. Who was giving Abraham the command? When was it? Why he did go without Sarah? How old was Isac? Why three days of walk?

The answers of theses questions can lead us through a very intense study of worship in the Bible. (Discussion of the questions)

Interpretation: Well, after we discussed theses questions here comes the time when we need to do the interpretation of the text and the context. We here need to use a powerful tool in Christian history. It’s called the “principle of the first appearance”. This is a principle of interpretation that guides us throughout the bible keeping the orthodoxy of the scripture. That means that the central meaning of worship in all the bible is related with this text we are studying right now.

Remember all of this will be enlightened by God’s spirit who dwells in us.

First thing we see here is a man. Yes, not a superman, but a man being trained and lead to exercise his faith in God.

Also, we see a man learning to live God’s promise no matter the circumstances of his life. (lie, prosperity, wars, devotion, family crises, and obedience)

After years of training we see that man responding to God no matter was the request.

We finally we see also a man who learned to listen to God’s voice e be redirected.

Worship in the context of the Congregational Service Today

We have a challenge right before our faces. How can we bring this meaning and perspective of worship and put this in the daily life of a church congregation. Worship in our context is more connected with music itself than with obedience and surrender.

I really believe that music has a special place in our spirituality. It’s a great way to express deep feelings and to communicate to other vision and values. However, if that music only touches emotions there is a risk of this time we call worship period becomes only a group therapy. Nothing against group therapy, I even like it very much, but Worship is not that.

I believe that discipleship is the key for that. A bible based church will always invite its members to study the word of God and to respond in a practical way to it. Most of the Christian disciplines has more to do with actions than feelings. An act of faith is an act of worship, because at the end we are saying: God your word is true, your ways are true; you have the final decision on that matter, that’s why I’m acting like this. That’s why I forgive, that’s why I plant my seed, that’s why I read your word… and it can go ad eternum. Arthur Pink concludes “against all this delusion we have the words of Christ in John 4:24, which are startling in their plainness and pungency: “God is Spirit; and they that worship Him must worship Him in spirit and in truth.”

Let us worship him the way he created us to!

Let us pray.

09 janeiro 2011

O Batismo de Jesus

O batismo de Jesus é um marco na história da espiritualidade hebraica. Jesus ao se apresentar para o batismo causa inaugura um novo momento: vida de arrependimento. Esse momento é tão importante que foi registrado nos quatro evangelhos. Mas como seria isso? Porque o Santo Cristo que não havia pecado algum teria que se batizar. Sua resposta a João batista é clara. Vejamos. Mat 3.13-17.

A prática do batismo não era algo corriqueiro na espiritualidade hebraica. Em alguns momento que aparece sua representação está ligada a purificação, ou seja, o batizando seria o imundo que precisaria se purificar.

Ao caminhar pro batismo Jesus, aquele não tinha pecado, estava convocando o povo de Deus pro arrependimento. João Batista ficou admirado com sua atitude e queria impedi-lo pois Deus já havia revelado a ele a essência do Cristo.

O resultado do batismo de Jesus foi um fenômeno místico que representa o poder de Deus em sua vida e a capacitação de Deus para cumprir seu chamado. O texto sagrado nos fala que João viu os céus se abrirem e uma pomba, ou a imagem de uma pomba, que representou o espírito santo. Que reencontro lindo!!!

Outro testemunho tremendo foi a voz celeste que declarou que Jesus era o filho de Deus e que Deus tinha prazer nesse filho. Deus deu testemunho a outro sobre a vida do Cristo. Essa tal vês seja a razão principal que Jesus tenha se submetido ao batismo.

Nosso batismo é uma forma de nos identificarmos com o batismo de Cristo. A diferença é que nós de fato somos pessoas que precisamos de purificação visto nossa raiz pecaminosa. O nosso batismo é um ato de fé em obediência a Deus para que sejamos lavados não pela água mas pela palavra bendita de Deus.

Por causa de Cristo nosso batismo é aceito diante de Deus e o mais impressionante de tudo isso é saber que aquele movimento espiritual da descida do Espirito Santo e da afirmação de Deus vem se repetindo cada vez que um eleito de Deus se arrepende e se achega ao Pai eterno.

Hoje celebramos o batismo de nosso Senhor. Que seja um momento de reflexão e de mudança de vida pra todos aqueles que por graça um dia foram batizados em nome de Jesus.

Vamos orar!

03 janeiro 2011

Presentes so Rei

Esse foi a base do sermão desse domingo quando celebramos a Epifania.

gerson

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Ainda é Natal!!! Celebramos hoje a Epifania. Momento em que Jesus é apresentado aos povos de forma simbólica através da visita dos sábios do oriente.

Vamos ler novamente o texto no evangelho de São Mateus 2.1-12. Leiamos.

No último domingo meditamos em como foi impressionante o fato de Jesus, Messias Judeu, ter recebido adoração primeiramente de sábios do oriente. Nessa noite quero me ater aos presentes que foram dados ao menino Deus e sua família.

O texto apresenta três elementos: Incenso, Ouro e Mirra. Vejamos:

Incenso: O incenso hoje sofre preconceito religioso. Mas seu uso na história da humanidade sempre apontou pra duas situações. A primeira era usada para perfumar ambientes e a segunda era usado de forma simbólica para representar a vida de devoção, ou seja, a vida de oração. Podemos aplicar esse significado a vida do Cristo entre nós. De fato essa foi uma das solicitações dos discípulos de Cristo: Ensina-nos a orar. Jesus sendo Deus não deixou que sua vida ficasse fora da vida de oração. A Epifania aponta pra manifestação de nosso intercessor diante do Pai.

Mirra: Planta que nasce na África e no Oriente Médio. Seu óleo é perfumado e seu gosto amargo. Usada na antiguidade para mumificação, a mirra possui propriedades anticépticas. Esse foi um presente interessante dado ao menino Deus. Inferimos que o presente foi dado a ele em forma de óleo, pois era o mais comum. Servia para limpeza e para perfumar a criança. Contudo, a simbologia da morte aparece como um fator profético. A morte de Cristo fazia patê não somente do plano natural da vida mas do plano de redenção do povo de Deus.

Ouro: O Ouro nesse momento da história era um presente dado a Reis. No caso da família de Cristo ele garantiu a sobrevivência, pelo menos no momento de fuga para Nazaré. Da mesma forma esse elemento da natureza aponta pra algo maior, ou seja, pra revelação que aquele menino era o Reis dos reis...Senhor dos senhores.

Hoje, domingo em que celebramos a Epifania devemos adorar e agradecer a Deus por manifestar tão grande salvação ao mundo e pela forma maravilhosa que Cristo vem se revelando ao seu povo através da história, chegando a mim e a você.

Oremos.

25 dezembro 2010

O Natal Marginal

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Somos uma Igreja que assume a tradição natalina e celebra de forma intensa esse momento que de certa forma une a cristandade em volta do nome de Jesus. Mesmo sabendo que muito dessa tradição foi substituída pelo consumismo e, no momento atual, até tentam retirar Cristo do centro da comemoração, ainda assim assumimos uma postura histórica de celebrar o nascimento de nosso Salvador e Redentor.

Contudo, gostaria de meditar sobre como o primeiro Natal foi um evento marginalizado, pelo menos naquele momento. Vejamos!

Primeiramente temos uma situação que na cultura religiosa hebraica era bem complicada: uma adolescente virgem, ainda não “conhecida” por seu marido dizia-se grávida. Ora, José poderia ter entregado-a de volta a sua família, e segundo a tradição levítica ela poderia ser apedrejada. A reação de José também pode ser considerada como um ato que o colocaria em uma posição complicada. Ele assume a jovem como esposa e com isso assume toda a “desonra” da situação. Sua família poderia rejeitá-lo, inclusive persegui-lo.

Podemos citar também que o local do nascimento do Menino Deus foi de todo um “escárnio” se comparado as pompas do nascimento de um monarca. Um cocho? Em meio a animais? Lugar fétido e sem higiene! Mas foi nesse lugar marginalizado que nosso Redentor decidiu encarnar.

Por fim o que mais me impressiona foi a adoração dada ao menino Deus pelos Sábios do Oriente. Ora, fica evidente que eles não eram hebreus e professavam outra fé. A experiência de encontrar o Cristo veio através de uma revelação astrológica, previamente conhecida daqueles homens. Nada podia ser mais marginal, que corre à margem, do que o Messias do povo judeu ser adorado e reconhecido como tal por um outro povo, de outra religião!

Que nesse natal nossos corações fiquem atentos ao mover não religioso do Espírito de Deus, que se move e alcança quem quer, onde quer e como quer!

Rev. Gerson Freire

06 novembro 2010

Teste

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27 outubro 2010

Carta do Mestre FHC

Saiu em alguns jornais domingo passado....leiam e tirem sua conclusões.

gf


SEM MEDO DO PASSADO
Fernando Henrique Cardoso

O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, auto glorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse "o Estado sou eu". Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita. Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?
A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.

Na campanha haverá um mote "o governo do PSDB foi "neoliberal" " e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social.
Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados…... O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado,sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal. Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.
Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.
Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de "bravata" do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI com aval de Lula, diga-se para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte. Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003,para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.
Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto "neoliberalismo" peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobrás, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010:
"Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobrás produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela".

O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002,houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.
Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família),vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.

É mentira, portanto, dizer que o PSDB "não olhou para o social". Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da AIDS tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa "Toda Criança na Escola" trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).

Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.

09 outubro 2010

Amizades Institucionais: o grande constrangimento do Protestantismo

 

Hoje participei de uma iniciativa muito legal. Um grupo de lideres protestantes, gente séria, gente ética, gente boa, estão mobilizando Igrejas e organizaçòes religiossas de cunho protestante pra alcançar objetivos em comum e tbm para aproximar pessoas que trabalham na mesma área.

Eu sempre gostei desse tipo de iniciativa. Serio mesmo!!!! Parece que de alguma forma as pessoas envolvidas na vida eclesiástica estão sempre buscando reencontrar um sentimento de pertença, de unidade, que vem sendo perdido ao longo da História.

Bem, quero analisar esse assunto a partir do fato histórico referente a vida cotidiana das comunidades primitivas de fé. No início das empreitadas de fé de uma comunidade seja na palestina ou na asia menor, ou até mesmo em uma grande cidade mercante do Império Romano, havia a realidade de que havia uma só Igreja. Essa igreja era entendida como pessoas que confessavam a mesma fé e buscavam o mesmo obejtivo. Todos os vínculos de relacionamento estavam pautados em uma mesma base: o que Cristo havia deixado como ensinamento.

Com o advnto da estatização da fé, logo após a morte de Cosntantino, essa comunidade sofre uma perversão e é posta como uma “obrigatoriedade”. O que era comum se torna oficial. Nasce ai o objeto de reflexão desse texto. O cristianismo a aprtir de então traça o limite relacional que agora não era a sã doutrina mas os valores da  Igreja-estado. os que não eram a favor dessa nova ordem agora eram tratados como insensatos e rebeldes.

Veja, a partir desse prisma histórico, trazendo isso para o micro cosmos de uma Igreja local em nossa realidade aqui no Brasil, podemos perceber a mesma dinâmina. Os relacionamentos hoje na Igreja estão masi pautados nos vinculos institucionais do que no valor da revelação do Cristo REssurreto. Hoje encontrar um aamizade é algo raro. Manter uma amizade em uma mudan,a de instituição é quase um milagre.

O encontro de hoje foi uma brisa suave em um coração cauterizado pela crueldade minsiterial eclesiastica protestante. Parece que Deus soprou e está abrindo uma porta….bem, eu cri novamente que será possvel….vou caminhar…vou confiar e Deus…..vou crer pra ver!!!!

Deposi de tantos anos na vida minsiterial, consegui manter alguns amigos preciosos….gente que não está se importando com minhas convicções teologicas ou de vida….gente que aprendeu a gostar de mim..e gente que eu gosto…de graça e pela Graça!!! São poucos, mas eles existem.

Espero que esse novo movimento seja realmente água fresca na vida do protestantismo histórico no Brasil.

Quanto as bagaceiras e trairagem em nome de Deus….(malafaias, macedos e afins), bem, noa estou considerando isso protestantismo….são idiotas que aprenderam a saquear um bando de alienados que não sabem discernir a mao esquerda da direita.

Vou investir no que faz bem rpa alma…em relacionamentos duradouras com gente do bem.

Bem, so um pensanmento!!

 

gf

27 setembro 2010

O Papel do Imperador em Bizâncio

 

justiniano O exercício do poder na sociedade bizantina passava necessariamente pela figura do Imperador. Ele representava de forma direta o centro de convergência de autoridade que da coesão aquela sociedade. Sua identificação com o sol é uma evidência de como essa sociedade atribuiu ao Imperador não somente um cargo político mas um ofício que preservava a existência daquela sociedade. Esse ofício encontrava na tradição romana sua base de formação política e também simbólica.

Ele também era tido como o representante de Deus e comandante-chefe do povo. Existia uma contradição nessa relação simbólica de poder pois o Imperador teria que comprovar seu poder com vitórias militares. Caso não acontecesse ele poderia ser deposto. Isso mostra que a sociedade bizantina aliou a idéia de conquistas militares à afirmação do Imperador enquanto soberano.

Esse Imperadores tinham sua memória preservadas também pela ação da Igreja Ortodoxa que atuava como uma ferramenta de rememorar a vida e feitos desses imperadores, inclusive da suas mortes. Isso colocava essas pessoas em um lugar privilegiado no mundo simbólico dessa sociedade. Era no seu habitat, o palácio, que o Imperador “brilhava seus raios” de resplendor que alcançavam a todos. Esse local torna-se um forte símbolo na formação do poder político e religioso dessa sociedade. O local onde o Imperador habitava era de fato um local onde o poder emanava para os servos e as decisões sobre o destino de Constantinopla eram tomadas e assim conhecidas pela população que mantinha seus olhos fitos nessa “cidade dentro da cidade”. Era através das cerimônias que esse poder era apresentado à sociedade bizantina a qual validava seu representante divino concededo-lhe as honrarias enquanto representante divino. Os imperadores também usavam de meios ousados para que seu poder fosse reconhecido diante de diplomatas de outras nações. AS técnicas variavam entre a ciração de sons estrondosos quando esses diploamtas se prostravam diante do Imperador, até engenhocas que elevavam o trono do Imperador diante dos líderes dessas nações estrangeiras.

Dessa forma, o poder simbólico do Imperador bizantino foi sendo formado na mentalidade dessa sociedade que via em seu líder maior o símbolo do poder e da homogeneidade cultural e religiosa.

 

Gerson Freire – História Medieval

13 setembro 2010

Ética, Moral, moralidades e afins…

O estudo da moral e da ética aparece como um grande desafio em tempos onde as verdades são relativizadas ao conhecimento experimental a tácito. Em um momento quando o ser humano individualista é cada vez mais o centro de imanência da verdade, falar sobre moral e ética torna-se um exercício complexo e instigante.

Os textos apresentados propõem a discussão com duas abordagens distintas. O texto base apresenta de forma pedagógica como o conceito da ética foi sendo desenvolvido a partir do Ethos grego, e continua a apresentar como esse termo foi sendo interpretado pela língua latina. Já o artigo jornalístico faz uma relação entre os fatos cotidianos dessa sociedade e o discurso moral da mesma.

Ética e Moral são termos que estão sempre próximos e carregam sentidos correlatos. Uma existe por causa da outra, no caso, a moral existe posteriormente à ética. Por vez, a moral vem se tornando um instrumento perverso (moralismo) contra a própria ética. Enquanto a moral apresenta um conjunto de valores definidos como plausíveis e de bem comum a ética coloca o limite entre o que é o dever do ente para que o bem comum aconteça.

Em termos valorativos o moralismo torna-se o exercício de um código cultural que promove a ascensão de um grupo em detrimento de outro. Nesse aspecto o moralismo não leva em consideração a universalidade de qualquer valor, desprezando assim a possibilidade de um diálogo ético e criando detentores de uma verdade que aniquila o outro e o coloca em desvantagem.

Contudo, moral pode ainda sim ter sua base na ética. Esse seria o exercício da percepção do que é verdade eterna, universal e construtiva do ser. Quando uma sociedade define que roubar é errado, a partir da relação ética do ato, logo se estabelece uma norma que visa o bem comum baseado no todo e em prol do todo. Nesse caso a moral trabalhou em favor da ética. Isso significa que o ato do roubo é danoso em todas as suas estâncias não devendo fazer parte da conduta daquele grupo.

No aspecto religioso o moralismo torna-se um mecanismo doentio de controle e repressão criando um ambiente hostil na relação comunitária e devocional. O termo apresentado no texto – idolatria da vontade - é brilhante, pois denuncia de fato o que está por traz do moralismo religioso. Nesse aspecto o artigo estudado também corrobora para o entendimento do moralismo. Ao denunciar a relativização de atos fraudulentos o autor aponta para uma conversão necessária quanto se trata de moral e fé. Colocando o moralismo enquanto uma patologia é também uma abordagem interessante. O moralismo é, portanto, a distorção da moral e muitas vezes a negação da ética.

Em tempos de redefinições de valores pra uma sociedade ocidental, que vê suas desgraças dia a dia nos jornais e nas conversas cotidianas, entender como aplicar a definição da ética nas relações interpessoais torna-se necessário e urgente. O artigo da jornalístico estudado faz uma provocação quando trata da interiorização da maldade e e coloca essa atitude como uma forma de percebermos o outro. Esse método apresentado me fez lembrar o comentário de Jesus acerca do que contamina o homem; aquilo que sãi dele. Tereza de Ávila dá uma dica simples, mas profunda, quando se trata de ética: Conhece-te a ti mesmo. A relação do conhecimento do bem e do mal, do que é certo e do que não é certo, faz do ente um campo de possibilidades.

Redefinir o termo moral é tarefa árdua porem não impossível. Um sistema de valores firmados na ética poderiam sim fazer com que a moral fosse repensada. A questão é que a disputa nas relações de poder sempre vai de encontro a esse ideal. Enquanto um grupo, dono de uma moral, quiser subjugar outro, a moral estará fadada ao moralismo e suas doenças sociais. Nesse aspecto sou realista, o que torna minha jornada mais árdua, pois percebo na maldade humana, fruto da queda, uma incessante luta pelo poder, ainda que na micro esfera (Foucault), que faz com que a ética seja um alvo desejado mas nem sempre alcançado.

Contudo, a ética e a moral vividas a partir da espiritualidade sadia e cristocêntrica podem ganhar dimensões marcantes e que reflitam a verdade, ainda que no microcosmo (família, trabalho, relacionamentos). Essa é o exercício da esperança em meio ao caos.

A sociedade posmoderna encontra no termo ética uma possibilidade de se reorganizar, de rever ações que por séculos vem trazendo danos às comunidades. As questões ambientais são um exemplo disso. Nasce uma moral ambiental que agora orienta a atitude de empresas e organizações ao redor do mundo. Qual será o moralismo que essa moral produzirá? Teremos que aguardar pra saber essa resposta.

A busca por uma verdade universal faz com que as sociedades vislumbrem um ponto de convergência, ainda que no mundo das idéias. Esse é o grande desafio desse momento do mundo ocidental, a saber, a relação com essas novas bases morais que vem sendo postas com profundo desejo ético de bem estar, pelo menos a retórica governamental é essa.

Refletir sobre esse assunto é necessário e coloca o assunto na pauta de uma boa formação teológica. Identificar o moralismo religioso é o principio de uma cura desejada por aqueles que amam a liberdade em Cristo. Apresentar um projeto que valorize a moral enquanto ferramenta de aplicação da ética é fundamental para mestres e líderes que ajudam a outros na caminhada de fé.

 

gerson freire

27 julho 2010

Algumas Hi(e)stórias inusitadas 3

Parece que o pessoal ta curintod mesmo…e pra mim tem sido uma diversão relembrar esses fatos…ai vai mais alguns….

 

Que delícia de jantar

 

Estava em casa e por volta das 8 da noite um casal da Igreja onde sou pastor apareceu e disse, “Gerson, queremos te levar pra jantar…escolha o restaurante, qualquer um….” Achei aquilo legal e estranho ao mesm tempo…mas não recusei a proposta..kkkk….escolhi um restaurante japonês perto aqui da minha residência. Bem, durante o jantar o casal começou a me agradecer pela amizade, e carinho e dedicação…e tal e tal…..e no final disseram, “queriamos te honrar nesse aniversário com algo especial…..”…..eu olhei pra eles com um cara de matuto e disse, “fico muito feliz pelo que fizeram e pelo carinho, mas so tem um detalhe…meu niver é em novembro”……eles olharam um pro outro e cairam na gargalhada…..estavamos em julho.  hahahahahahahahah…..

 

 

Chame a Policia

 

Sai do escritorio aquele dia muito cansado…. pensativo fui para o ponto de onibus e percorri o longo trajeot até chegar em casa…. ao chegar, tomei um grande susto, meu carro não estava na garagem…. entrei de pressa em casa e ja contabilizava o prejuizo do roubo…. antes de chamar a policia liguei pra minha esposa e dei a ela a trsite notícia….”Monica, nosso carro foi roubado…cheguei em casa e ele não está na garagem”….kkkkk….minha Monica riu e me lebrou que naquela manhã eu havia ido trabalhar de carro….kkkkkkkkk….. ou sejam o carro estava na garagem do escritorio onde trabalhava…kkkk…..dureza!!!!!!

 

E eu pulei…

 

Talves o fato mais comentado em 2001 foi o pulo que eu dei do palco de um evento em BH. eu estava em extase….feliz com akele movimento todo…várias pessoas tocando juntos….o evento lotado…eu estava de jejum a 9 dias….nirvama emsmo….bem, no final do evento pedi a um pessoal que fizesse tipo uma cama de braços…..corri pro fundo do palco e pulei…kkkkkk…puts…..corri mais do que devia….passei o pessoal e me esborrachei no chao….hahahahahaah….bem, foi terrivel porque quebrei duas vertebras do coluna e aquela noite quase fiquei paraplégico..kkkkkkk……esse fato correu o mundo..kkkk…onde eu ia o pessoal me zuava……hoje conto e dou risada, mas na hora doeu demais…cheguei a desmaiar de dor…kkkkk…..mas valeu….carrego em mim as marcas da “idiotice” por Cristo…kkkkk…

26 julho 2010

Algumas Hi(e)stórias Inusitadas 2

 

Pessoal, segue ai mais algumas dessa aventuras que vivi….

 

Cômico se não fosse trágico

 

Um dia após o acidente da TAM, eu e minha equipe fomos tocar em Rondonia. Passamos por congonhas e a fumaça do acidente ainda estava lá. Foi terrível passar alí e ver o local sendo ainda rescaldado. Bem, no voo de retorno, nosso avião pousaria em Congonhas, mas estava chovendo muito, e o piloto informou que estava indo pra guarulhos….Nessa hora já rolou uma tensão..kkkkk….. eu e o pessoal da equipe tinhamos comprado uns copinhos de chocolate recheados de amarula, estavamos tentando relaxar em meio a todo aquele clima de morte….Bem, havia uma senhora sentada do meu lado no corredor. No momento do pouso ela começou a chorar e dizer, “ai meu Deus, ai meu Deus”…foi aquele clima….ela entrou em panico com o pouso durante a chuva…estavamos a apnas dois dias do aciedente da TAM….Pessoal, o avião pousou bem, deu tudo certo….mas na hora que a dona se levantou do seu assento…putsssss…..tava tudo molhado….a dona se mijou de medo….se levantou e deixou o cheiro pra gente que ficou pra traz…..dureza!!!!

 

Cadê o homem

 

Em um evento em Vinhedo, logo após o final do evento, saímos pra comer uma pizza….O papo estava bom, quando percebemos a falta do tecladista que tocava consco naquele evento…o nome dele era Gideão. Foi uma doidera, pois não vimos ele se levantar da mesa, e agora estávamos todos procurando o cara…sem saber onde ele tinha ido….Meu amigo Cambalhota ficou preocupado pois o cara tinha um histórico de dar umas sumidas..kkkkkk…..foi comédia demais…ficamos lá na pizzaria depois saímos pra dar umas voltas e tentar achar o maluco..kkkkk….bem, depois de uma hora o cara aparece….e diz, “fui dar uma volta pra conhecer o local”……dureza….

 

Como assim?

 

Em 97, fiz uma viagem a Cuba…Fiz conexao nas Bahamas. Quando vi o avião que nos levaria fiquei meio sem jeito..kkkk…era um Aeroflot da segunda guerra mundial, sem compressão com janelas presas com rebites…kkkkk….Bem, respiramso fundo e partimos…a aeromoça fez todo o procedimento padrão…mostrou onde ficava as portas de emergica…e dai mostrou o colete sava-vidas, colocou o colete e mostrou como fazia pra encher o colete com o sopro…..mas aconteceu algo que me deixou inquiéto…a aeromoça não tirou o colete..kkkkk…ela ficou com ele o tempo todo enquanto servia o lanche….ela me disse..”Algo para comer Senhor?"….eu respondi…”Não, perdi a fome”…..kkkkkkkk

Algumas Hi(e)stórias Inusitadas…

 

Olá pessoal. Nesse fds fui a uma pousadinha na Cerra do Cipó celebrar meu aniversário de casamento. Bem, fiquei por conta do tempo….kkkkk….foi muito relaxante e revigorante. Com isso, lembrei de alguns acnotecimentos em minhas andanças por ai muito engraçados e queria dividir isso com vcs… algumas histórias parecem estórias, mas pode acreditar que aconteceu mesmo….vamos lá…

 

O Piquet é Brother…

 

Em um voo retornado de Paris, em 1998, duas garotinhas sentaram ao meu lado. Comecei a conversar com elas e depois de algumas horas de voo descobri que elas eram filhas do Nelson Piquet, e moravam em Monaco. Bem, até ai tudo bem…nada demais..kkkk….

Ao chegar em SP me despedi e fui fazer meu check in… quando estava na fila, vi que a aeromoça que estava com as crianáçs passou por mim com cara de desesperada. eu entao prguntei..”Está tudo bem?”….ela respondeu…”mais ou menos, tenho que ir embora e noa tenho cmo quem deixar as crianças do Piquet até que chegue a hoar do voo”…achei aquilo muito estranho e me dispus a ir até a sala de esperaça de infantes. ao chegar lá encontrei as duas meninas novamente, estavão meio assustadas. a aeromoça me perguntou se eu noa poderia ficar como responsável pelas meninas até a hora doembraque..kkkkkk…..eu tinha tempo de sobra…. entao assinei um documento e fiquei com elas. Leveias pra fazer o check in, e la descobri que haveria de pagar uma taxa de embarque pras meninas..kkkkk…ai ai ai…. paguei…e falei brincado com as meninas…”Fala pro seu pai que ele me deve 50 conto”…kkkkkkkk….. Faria isso por qualquer um naquela situação….ainda mais pro Piquet….ele eh brother..kkkkkkkk

 

Eu sou a Leila

 

Em um restaurante em Atlanta, em 1996, durante as olimpíadas, uma menina alta chegou perto de mim e pediu ajuda na tradução. Eu prontmente ajudei a fazer seu pedido… logo percebi que ela usava um uniforme com o brasão da Seleção Brasileira… perguntei pra ela, “Ohh, você é atleta?”…ela com um sorriso respondeu, “Eu sou a Leila”….eu sorri fingindo qu a conhecia e disse..”Muito prazer eu sou o Gerson”….kkkkkkk

So depois ao chegar a mesa que entendi que era a Leila da seleção de voley do Brasil…Naquela tarde fui convidado pela comitiva e almocei com todo time que estava em uma área reservada.

 

Olhe pela janela Direita

 

Em um voo miami-sao Francisco, em 95, o piloto anunciou pelo sistema de interfone que passavamos por cima de um lago muito conhecido nos EUA. Eu como bom entrangeiro fui ate uma janela mais atraz do avião para ver o tal lago… Uma senhora sentada no outro lado corredor me interpelou, “Acho que você não é daqui…certo?”…eu disse…” Verdade, sou do Brasil”….ela continuou..”Eu ten ho um grande amigo no Brasil….ele é americano mas ja mora la a muito tempo…ele se chama Gregorio”…..eu dei uma risada e continuei…”Bem, se for o gregorio mcnutt eu estive com ele semana passada….”……ficamos atonitos pois se tratava da mesma pessoa….vai entender…..kkkkkk

 

Você de novo?

 

Em abril 2006, fui convidado para minsitrar em Nova York. ao chegar no JFK na área das bagagens, fiquei ali esperando até que toda minha bagagem aparecesse. Bem, ao meu lado estava uma modelo, essas de capas de revistas de moda, não sei o nome dela. A sua bagagem saiu primeiro….tres malas plásticas amarelas…kkkk….Quando a moça tentou pegar uma das malas o feicho rompeu e toda sua roupa foi pro chão…. eu como estava do lado, ajudei ela colocar tudo no lugar…. Conversamos um pouco e ela medisse que estava ali para um desfile e tal…. bem, cada um tomou seu rumo. Em agosto de 2006, fui ministrar no Japão, e minha escala era em Tokio. Estava ali na fila esperadno pra fazer o redespacho de bagagem e quem chega e fica bem atraz de mim?….a Moça, a modelo….. Ela não tinha me visto…dai virei rpa ela e disse…”E ai, o desfile foi legal em Nova York?”….ela meio surpesa respondeu sorrindo…”Você de novo?”….eu respondi rindo mais ainda…”Acho que você está me perseguindo…”….despachamos a bagagem e nos depedimos ….. é mole?

 

Bem…deposi posto mais….essas ai foram as que eu lembrei agora…

 

bjo no coração.

gerson

18 junho 2010

Formação Teológica

shaman

Pessoal, segue abaixo um texto que produzi para uma prova de admissão em um curso de convalidação pelo MEC do meu curso de Teologia. Eu gostei do que escrevi..kkkk….compartilho entã o….abrax

gerson

 

Em tempos quando o evangelho no Brasil vem sendo “vendido” nos canais de comunicação como uma poção mágica para solução de problemas e desembaraços jurídicos e amorosos, discorrer sobre a formação teológica dos pregadores torna-se um exercício necessário e instigante. Entender a necessidade de uma formação teológica sólida e ortodoxa é fator essencial na vida de um pregador atual. Desde o advento da popularização do “evangelho midiático” na década de 1960, a Igreja vem vivendo sob a influência das mais diversas esquisitices teológicas possíveis.
Partindo dessa realidade pode-se apontar quatro fatores importantes para a formação teológica dos atuais pregadores. São eles: 1. Conhecimento histórico, 2. Capacidade de interpretação textual, 3. Capacidade de comunicação das verdades bíblicas e 4. Aplicação dos valores bíblicos no contexto atual dessa sociedade. A formação teológica eficaz levará um pregador a ser não somente um repetidor de jargões do meio eclesiástico, mas formará um agente de comunicação eficaz e relevante da mensagem transformadora do evangelho.
O conhecimento histórico é de suma importância na formação teológica. Um pregador que não conhece a história de sua fé é presa fácil para os ventos de doutrinas que sempre assolam as história da Igreja. Desde o Marcionismo ao Montanismo, ambas doutrinas do século 2, que a Igreja luta com esses ventos de doutrinas, as quais geralmente são denunciadas quando comparadas com a história da fé cristã ortodoxa. Nesse aspecto a formação teológica fará com que o pregador seja exposto ao tempo longo e as permanências da fé cristã. Isso possibilitará uma reflexão que pode ser usada como balizador de sua pregação. Conhecer a história da sua fé é em última análise entender que não há nada de tão novo e também nada que surpreenda a santidade de Deus.
A interpretação do texto canônico é de extrema importância para alguém que queira viver de forma piedosa na pregação do evangelho. A verdade eterna de Deus está ali posta diante de nossos olhos. Por vezes, essa verdade é encoberta pela pouco conhecimento do vernáculo materno das escrituras. Nesse aspecto a formação teológica pode apresentar ao pregador ferramentas textuais e de analise contextuais que o ajudarão a extrair o sentido e o objetivo do texto estudado. Essas ferramentas em nada suplantam mover poderoso do Espírito de Deus que opera tudo em todos e usa a mesma mensagem pregada para falar de forma diferente com quem ele mesmo escolhe para se revelar. Contudo, essas ferramentas usadas com honestidade e temor são de grande valia para a expressão das verdades bíblicas que de fato glorificam Jesus.
Comunicar de forma efetiva e relevante essas verdades bíblicas torna-se um desafio ao pregador atual. Nesse aspecto uma boa formação teológica pode instrumentalizar o pregador de forma que entenda sua audiência e conheça as chaves culturais que melhor comunicam com seu público, com sua comunidade. Ser relevante na comunicação é tão importante quanto ter conhecimento de uma verdade bíblica. Jesus de forma simples e eficaz usou as metáforas da agricultura para comunicar-se com aqueles que estavam ao seu redor. Paulo, o apóstolo, também usou dessas ferramentas ao se dirigir a gregos, a judeus e a autoridades de sua época. Comunicar não se restringe apenas na oralidade. Uma boa formação teológica irá preparar pregadores para usar a língua escrita corrente de sua comunidade em prol do evangelho. Da mesma forma, não se pode deixar de mencionar sobre o poder das artes no processo de comunicação. Um bom pregador do evangelho usará de tudo isso com critério para que aqueles que irão crer sejam alcançados pela maravilhosa graça de Cristo.
Por fim, uma boa formação teológica levará um pregador a ensinar seus ouvintes como podem praticar o que está sendo pregado. Para tal, o pregador precisa conhecer com critério formas de chegar ao coração de seus ouvintes de maneira que gere credibilidade para uma relação de orientação espiritual e de vida. Muitas vezes somos constrangidos com relatos de manipulação de pregadores que de forma leviana conduzem seus rebanhos para seu bel prazer. Que tristeza! Uma boa formação teológica pode minimizar essa possibilidade, não que ela seja eliminada, mas cria um caminho mais transparente na vida de um pregador.
Portanto, uma boa formação teológica, acompanhada de uma vida devocional piedosa e prestação de contas, são aspectos fundamentais para a formação de pregadores do evangelho, especialmente daqueles que fazem tal obra com dedicação e diligência, não por ganância, mas por convicção de um chamado de Deus.

Gerson Freire – Belo Horizonte, 17 de junho de 2010.